Preso em galeria do Anhanduí confessa que receberia droga por furto de carro em Campo Grande

Empresários estão animados e avenidas já começam a abrigar novos comércios  - Foto: Roberta Martins
Empresários estão animados e avenidas já começam a abrigar novos comércios - Foto: Roberta Martins

Um homem de 33 anos preso na tarde desse sábado (11), após tentar retirar um carro furtado e fugir por uma galeria pluvial na Avenida Ernesto Geisel, em Campo Grande, confessou à polícia que receberia droga como pagamento pelo crime.

A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar por volta das 16h, no cruzamento com a Rua Bom Sucesso, após o proprietário do veículo localizar o automóvel na região da Vila Nhanhá. O carro, um Volkswagen Gol G2, havia sido furtado no dia anterior.

Segundo apurado, ao se aproximar do veículo, o dono flagrou o suspeito tentando sair com o automóvel. Ao gritar, acabou provocando a fuga do homem, que correu em direção à avenida e entrou na galeria de escoamento de água para se esconder.

Policiais da Força Tática do 10º Batalhão realizaram buscas no interior da tubulação e encontraram o suspeito escondido em uma parede danificada. Ele apresentava escoriações na testa e na cintura, provocadas durante a tentativa de fuga.

Identificado como Hércules Moisés Duarte Paulino, o homem relatou que receberia uma porção de entorpecente para retirar o veículo da Rua Iporã e deixá-lo na Rua Ranulfo Corrêa. De acordo com a versão apresentada, um indivíduo conhecido como “Sergipe” ficaria responsável por buscar o carro posteriormente.

O suspeito afirmou ainda que pretendia ligar o automóvel com uma chave adulterada, mas desistiu da ação ao perceber a aproximação de moradores.

O proprietário do carro, um açougueiro de 51 anos, informou que mantinha ferramentas de trabalho, roupas e objetos pessoais dentro do veículo. Parte dos itens foi recuperada. O automóvel foi encaminhado à Defurv (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos).

No momento da prisão, o homem estava sem documentos e carregava uma bolsa com lanterna e perfume. Ele declarou viver em situação de rua. Os policiais fizeram uso de algemas devido ao risco de fuga, e não houve indícios de agressão durante a abordagem.

Outras duas pessoas teriam participado do crime, mas ainda não foram localizadas. O caso segue sob investigação.

 

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