“Em política não existe garantia”, diz Barbosinha sobre chapa

Foto: Luciana Nassar/arquivo
Foto: Luciana Nassar/arquivo

Vice-governador afirma que segue trabalhando e evita tratar mudanças na composição eleitoral

O vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha (Republicanos), afirmou nessa quarta-feira (20), que continua focado no trabalho à frente do governo estadual e evitou tratar como definida a composição da chapa para as eleições deste ano. Segundo ele, qualquer decisão sobre o cenário eleitoral depende das convenções partidárias.

Durante conversa com a imprensa, Barbosinha destacou que encara a política como consequência do trabalho desenvolvido no Executivo estadual e afirmou que o processo de definição das candidaturas ainda está em construção dentro dos partidos.

“Pra mim política é trabalho e o resultado é consequência”, declarou o vice-governador ao comentar as articulações em torno da disputa eleitoral.

A fala ocorre em meio às discussões sobre a formação da chapa do governador Eduardo Riedel (PP) para a tentativa de reeleição. Barbosinha disse que vê como natural o surgimento de outros nomes dentro das negociações partidárias e reforçou que segue cumprindo agenda institucional pelo Estado.

“Isso é um processo partidário, as instituições são importantes, outros nomes também que se apresentaram, absolutamente natural”, afirmou.

Questionado sobre uma possível garantia de permanência na composição encabeçada por Riedel, o vice-governador negou qualquer definição antecipada e ressaltou que, na política, as decisões só se consolidam após as convenções.

“Em política isso não existe garantia. Quem garante é a convenção”, disse.

Nos bastidores, a discussão sobre alianças partidárias e espaço na chapa majoritária segue aberta. Recentemente, Barbosinha deixou o PSD e se filiou ao Republicanos, movimento interpretado como parte da estratégia para viabilizar a permanência no grupo político liderado por Riedel.

Apesar das especulações, o vice-governador evitou comentar cenários alternativos ou possíveis mudanças na composição da chapa e afirmou que essa é uma definição que cabe ao chefe do Executivo estadual. “Essa pergunta quem tem que responder é o governador”, declarou.

Por Danielly Carvalho

 

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