Vandalismo e biometria interrompem fluxo de votação em pontos da Capital

Foto: Nilson Figueiredo
Foto: Nilson Figueiredo

A manhã de votação deste domingo (2), já foi marcado por complicações que fizeram eleitores esperarem mais do que o previsto na fila para votar. O primeiro problema foi na Universidade Estácio de Sá, na região do Jardim TV Morena, onde um jovem foi preso após ter colocado cola instantânea em uma das urnas.

Segundo o TRE (Tribunal Regional Eleitoral), eleitores formaram duas filas grandes e esperaram cerca de 30 minutos pela troca do equipamento. Na sequência, a urna foi substituída e a Polícia Federal foi acionada, assim como o Juiz eleitoral da 8ª Zona Eleitoral de Mato Grosso do Sul, Luiz Felipe Medeiros, que se deslocou ao local para apurar as circunstancias.

Enquanto isso, no 2º maior colégio eleitoral de Campo Grande, na Escola Municipal Dr. Plíno Barbosa Martins, o problema foi a tecnologia de biometria que não estava funcionando. No local onde são esperados mais de 8 mil eleitores, foram, no mínimo, 40 minutos de espera até que a máquina fosse trocada.

Pena: Causar, propositadamente, dano físico ao equipamento usado na votação ou na totalização de votos ou a suas partes pode causar reclusão, de cinco a dez anos. Acesse também: Bolsonaro vota no RJ com expectativa de eleições limpas e vitória

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