Kailayne Mirele Espiridião, de 19 anos, morta a tiros na noite de domingo (3), em Três Lagoas, já havia sido presa por tráfico de drogas menos de um ano antes do atentado.
Conforme registros policiais, em agosto de 2025, a jovem foi flagrada vendendo drogas em uma praça próxima à rodoviária da cidade após denúncia anônima. Na ocasião, escondido na meia e no bolso da jaqueta, os policiais encontraram cerca de 38 porções de crack, uma porção de maconha e R$ 120 em dinheiro.
Uma semana depois, Kailayne voltou a ser presa pelo mesmo crime. Desta vez, ela foi flagrada com 10 porções de cocaína e R$ 30 em espécie.
Após a segunda ocorrência, a Justiça decretou a prisão preventiva, e Kailayne permaneceu detida por mais de três meses. Em dezembro de 2025, ela obteve liberdade após audiência.
O homicídio ocorrido no domingo ainda continua sob investigação. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou motivação do crime.
O crime