Caso acende alerta; Orientação é evitar contato e manter vacinação de cães e gatos atualizada
Campo Grande registrou nesta segunda-feira (19), o segundo caso de morcego infectado pelo vírus da raiva em 2026. O animal foi recolhido na região central da cidade e teve o diagnóstico confirmado por exame laboratorial.
Conforme divulgado pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), o registro reforça a necessidade de cuidados básicos para evitar exposição ao vírus. A principal recomendação é não tocar em morcegos, estejam eles vivos ou mortos. Animais encontrados caídos no chão, pendurados em locais incomuns ou voando durante o dia podem apresentar comportamento alterado e, nessas situações, existe risco de transmissão.
A orientação é isolar a área onde o animal estiver, impedindo o acesso de pessoas e de outros animais domésticos. Caso seja possível, o morcego pode ser coberto com um balde ou caixa, sem contato direto, até a chegada da equipe responsável pelo recolhimento.
A vacinação antirrábica de cães e gatos é considerada a medida mais eficaz de proteção. Quando imunizados, os animais domésticos reduzem significativamente o risco de transmissão da doença aos humanos.
Autoridades de saúde destacam que morcegos em vida livre, ativos durante a noite e sem alterações de comportamento, não representam ameaça e exercem função importante no equilíbrio ambiental. O risco está restrito ao contato direto com animais doentes ou com sinais atípicos.
Onde acionar o serviço de recolhimento dos morcegos:
O atendimento é feito pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Campo Grande:
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Atendimento geral: (67) 3313-5000
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WhatsApp (mensagens): (67) 99142-5701
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Segunda a sexta-feira, das 7h às 17h
Setor de recolhimento:
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(67) 2020-1801 ou 2020-1789 (7h às 17h)
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Plantão noturno e fins de semana: (67) 2020-1794
Em caso de contato direto com morcego ou outro animal suspeito, a recomendação é procurar atendimento médico imediato.
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