Projeto confere validade indeterminada aos documentos médicos para autismo

Projeto confere validade indeterminada aos documentos médicos para autismo
Ricardo Amanajás/Agência Pará

O Projeto de Lei 1764/21 confere validade indeterminada aos documentos que atestam o transtorno do espectro autista. O objetivo é que não precise de renovação periódica de atestados e outros documentos médicos de pessoas com este diagnóstico. A proposta do deputado licenciado Luiz Carlos (AP), está sendo analisada na Câmara dos Deputados.

“O transtorno do espectro autista é crônico. Portanto, não haveria necessidade de solicitar um novo atestado médico todas as vezes que se precisar comprovar a condição para usufruir dos direitos garantidos em lei”, afirmou Luiz Carlos, ao apresentar o projeto. Segundo ele, a prática gera desgaste e ansiedade nos pais e mães de pessoas com o transtorno do espectro autista. “Eles têm que levar o paciente para um serviço de saúde apenas para conseguir um novo atestado médico atualizado, que, no mais das vezes, é igual a tantos outros que já recebeu”, destaca.

Ele continua dizendo que a demanda tem custos para o Sistema Único de Saúde, uma vez que ocupa o tempo de profissionais de saúde com assuntos puramente burocráticos. A proposta acrescenta a medida à Lei Berenice Piana, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

Procedimento

O projeto será analisado, pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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