Reunião dos motoristas de aplicativo debate sobre consequências do PLC 12/2024
Vice-líder do Partido Liberal na Câmara dos Deputados, o deputado federal Marcos Pollon participou, nesta quarta-feira (29), da audiência pública que debateu o PLC 12/2024, referente a diretrizes legais a respeito da atividade de motorista de aplicativo. A matéria deve ser votada no início de junho e gera polêmicas.
A categoria, em vários movimentos, reclama até da possibilidade em um futuro breve do “fim da profissão”, devido a sobrecarga de impostos e novas regras trabalhistas.Um dos problemas mais polêmocos da proposta diz respeito à cobrança no imposto de renda do valor bruto, dos que desempenham essa atividade.
Usuário frequente do serviço, Pollon criticou no evento, a “gula” do Governo quanto a progressão cada vez maior de tributações ao cidadão e ao setor produtivo, no atual governo.
“Sou contra a qualquer incidência de taxação nos motoristas, pois irá afetar determinantemente o segmento e também prejudicará a população que usa em caráter essencial o serviço. Qualquer interferência estatal nessa iniciativa inviabilizará o atendimento, além de aumentar preços e afastar o trabalhador dessa atividade. Uma coisa que fica provada nessa história toda é uma tentativa de imposição para que a pessoa seja CLT, o que é uma furada, pra quem já descobriu vantagens em ser autônomo”, destaca o parlamentar sul-mato-grossense quanto ao PLC.
Relator da matéria, o deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-CE) também esteve na audiência pública, juntamente com outro membro da bancada de Mato Grosso do Sul na Câmara dos Deputados, Beto Pereira (PSDB). A reunião foi presidida pelo deputado estadual Paulo Duarte (PSB).
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