Paulo Corrêa defende novas diretrizes na educação básica

O Presidente da Assembleia, Paulo Correa, durante sessão - Foto: Luciana Nassar
O Presidente da Assembleia, Paulo Correa, durante sessão - Foto: Luciana Nassar

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Paulo Corrêa (PSDB), fez uso da palavra na sessão ordinária de hoje (26) para ressaltar a importância do  Programa MS Alfabetiza, lançado pelo Governo do Estado, e defendeu novas diretrizes na educação.

“Com a aprovação nesta Casa de leis, o governo lançou um programa que auxilia as redes de ensino básico, com material escolar e apoio pedagógico, treinamento e formação de equipe multidisciplinar, além de premiar as escolas com os melhores índices e melhorar as escolas com os piores índices. Para isso, serão investidos quase R$ 9 milhões na alfabetização dos alunos até os 7 anos”, destacou.

De acordo com os resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2016, 54,73% dos estudantes acima dos 8 anos apresentaram níveis insuficientes de leitura no Estado.

“Chegar aos 7 anos e não saber ler e escrever, não saber fazer conta de matemática, é inadmissível. Entendo que o Brasil está ‘emburrecendo’. Quem não sabe ler é analfabeto. O mérito de quem aprende é passar de ano e o demérito deveria ser reprovar. Defendo uma discussão para rever conceitos”, disse o  presidente, referindo-se à recomendação do Ministério da Educação (MEC) para que as escolas não reprovem os alunos dos três primeiros anos do ensino fundamental.

Zé Teixeira (DEM) também enalteceu o programa e a adesão dos 79 municípios do Estado, que vão receber investimentos na qualificação profissional dos professores, material didático complementar e no apoio pedagógico. Barbosinha (DEM) parabenizou a ALEMS, que tem sido protagonista no desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Ele também concorda em rever os modelos da educação. “É preciso fazer uma reflexão sobre o aprender junto com a comunidade escolar, pais e alunos. Se queremos evoluir quanto País, devemos aprimorar nossa educação”, destacou.

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