As investigações sobre o desaparecimento da bebê Ayla Emanuelly, de apenas 28 dias, continuam neste sábado (8), em Campo Grande. Equipes da Polícia Civil estão reunidas na DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) nesta manhã para tratar do caso e dar andamento às diligências em busca da recém-nascida.
A reportagem de O Estado esteve no local, mas foi informada de que, neste momento, nenhuma informação será divulgada à imprensa. Conforme a polícia, assim que houver novidades concretas sobre o caso, os detalhes serão repassados aos jornalistas por meio de uma coletiva de imprensa.
O desaparecimento de Ayla causou grande comoção e mobilizou equipes da DPCA e do Garras (Delegacia de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros). Os investigadores apuram as circunstâncias do suposto sequestro e realizam diligências para tentar localizar a bebê. Também circulou a informação de que a criança teria sido levada para o pagamento de uma dívida com uma facção criminosa, mas o pai negou envolvimento com organização criminosa. Conforme apurado, ele também não teria passagens pela polícia.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública também entrou nas buscas e emitiu um alerta pelo Amber Alert Brasil, sistema utilizado para divulgar desaparecimentos de crianças e adolescentes e ampliar as chances de localização. Até o momento, Ayla Emanuelly não foi encontrada, e a polícia mantém as investigações sob sigilo para não prejudicar as diligências.

Foto: divulgação
Com colaboração da repórter Maria Gabriela Arcanjo
Acesse as redes sociais do Estado Online no Facebook e Instagram
Leia mais
Após mais de sete horas de depoimento família de bebê desaparecida é liberada