Bioparque Pantanal realiza exames de rotina em 10 jacarés-do-pantanal

Foto: Eduardo Coutinho
Foto: Eduardo Coutinho

Animais passaram por pesagem, medição, ultrassonografia e coleta de sangue em protocolo semestral

Os 10 jacarés-do-pantanal que vivem no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, passaram por exames de rotina como parte do protocolo semestral de acompanhamento da saúde dos animais.

Durante o manejo, foram realizados procedimentos de biometria, com registro de peso e medição corporal, além de exames de ultrassonografia e coleta de sangue para análises laboratoriais. O objetivo é monitorar o desenvolvimento físico, as condições clínicas e o estado geral de saúde de cada indivíduo ao longo do tempo.

A ação envolveu mergulhadores, biólogos, médicos veterinários e zootecnistas do próprio bioparque. Os exames contaram ainda com apoio técnico da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e da empresa Caimasul. As amostras de sangue serão encaminhadas para análise laboratorial.

Segundo a diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, o acompanhamento periódico faz parte da rotina de manejo dos animais. “No Bioparque Pantanal, prezamos pela saúde e pelo bem-estar de cada animal. Para isso, seguimos protocolos e rotinas bem estabelecidas, que incluem a biometria individual, análises clínicas, laboratoriais, nutricionais e exames por imagem. Todo esse trabalho é realizado por uma equipe técnica altamente qualificada e fortalecido por parcerias importantes, que somam conhecimento, tecnologia e excelência ao cuidado com a nossa fauna”, afirmou.

A bióloga-chefe Carla Kovalski destacou que os procedimentos são adotados regularmente. “Realizamos os procedimentos de biometria, ultrassonografia e coleta de sangue dos jacarés como parte dos protocolos de manejo do Bioparque. Essas ações envolvem uma equipe multidisciplinar e são fundamentais para acompanhar tanto o desenvolvimento dos animais quanto a manutenção da saúde e do bem-estar ao longo do tempo”, explicou.

O médico veterinário e professor da UFMS, Diogo Helney Freire, ressaltou que a universidade contribui na realização e interpretação dos exames de imagem e das análises laboratoriais. “Esses dados são essenciais para garantir a qualidade do desenvolvimento e o acompanhamento sanitário adequado desses animais”, disse.

*Com informações da Agência de Notícias de MS

 

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