MS lidera o ranking de calor no País há três dias e especialista alerta sobre riscos para saúde

Calor
Foto: Valentin Manieri

Mato Grosso do Sul se manteve no topo do ranking de calor nos últimos três dias, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). Na segunda-feira (20), Corumbá registrou a temperatura mais alta do País, 43,9 °C, com sensação de 49°C. Pela alta das temperaturas, especialista alerta sobre riscos e cuidados nos dias de calor extremo.

Conforme meteorologista Natálio Abrahão, o Água Clara e Três Lagoas também registram temperaturas acima dos 40°C na segunda-feira. Em Campo Grande os termômetros chegaram aos 39°C e umidade do ar ficou em 10%, em estado de alerta.

De acordo com o meteorologista, 36 cidades no Estado ficaram acima dos 40°C e 39  acima dos 37 °C. Ainda segundo ele, o calor intenso segue até o final do mês.

O Inmet manteve o alerta de perigo potencial para a onda de calor até às 19h (de MS) de terça-feira (21) para o Estado. No comunicado, o instituto ressaltou que as temperaturas poderia ficar acima dos 5ºC da média.

O especialista em pneumologia, Henrique Ferreira de Brito recomenda cuidado redobrado com idosos e crianças devido ao risco de desidratação. Segundo ele, o problema acontece com a perda de líquido, sendo que parte dessas pessoas possuem alguma limitação.

“Muitas vezes, o idoso acamado não tem condições de buscar um copo com água ao sentir sede. Da mesma forma, uma criança muito pequena também apresenta dificuldade”, explicou.

Para refrescar

As dicas do pneumologia, Henrique Ferreira de Brito, para driblar o calor e garantir a qualidade de vida nas altas temperaturas são o aumento da ingestão de líquido, seja água, água de coco, sucos naturais e frutas ricas em líquidos. Também é recomendado a alimentação leve e saudável e evitar a exposição ao sol em horários de maior incidência de sol.

“Exposição ao sol nos horários críticos é um grande risco para a saúde. Aliado à desidratação, a insolação pode levar a confusão mental e queda na pressão arterial”, destacou.

Henrique ainda recomendou uso de roupas frescas, ambientes ventilados e uso de soro fisiológico para facilitar o trabalho das mucosas respiratórias.

(Colaborou Raiane Carneiro)

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