Assassinos de promotor paraguaio são condenados a 23 anos de prisão

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Wendre Still Scott Carrillo, Eiverson Adrián Zabaleta Arrieta, Gabriel Carlos Luis Salinas Mendoza e Cristian Camilo Monsalve Londoño foram condenados pela justiça colombiana a 23 anos de prisão pelo assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci, morto no dia 10 de maio, quando estava com a sua esposa em lua de mel no Caribe.

Segundo a promotoria, os acusados se declaram culpados pelos crimes de homicídio agravado e tráfico, fabricação e porte de armas de fogo.

Informações preliminares da justiça colombiana é que os acusados poderiam ser condenados a 47 anos de prisão, mas como aceitaram as acusações, a pena foi reduzida para 23,6 anos de prisão.

O processo durou 37 dias para encerrar as investigações, capturar e condenar os assassinos do promotor que lutava contra o crime organizado no Paraguai.

Pecci, 42 anos, foi baleado por homens que estavam em um jet ski, em uma ilha próxima a Cartagena, na caribe colombiana. De acordo com informações do portal UOL, Scott é de nacionalidade venezuelana, os demais são colombianos que receberam 530 dólares pelo crime.

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