Queda de até 12,5% em frutas como limão e mamão reflete aumento da oferta no mercado
Levantamento da Ceasa/MS mostra que hortaliças tiveram aumento de preços na 15ª semana de 2026, enquanto frutas registraram queda com a ampliação da oferta. O pimentão verde apresentou a maior alta entre os itens analisados, com avanço de 9,16%, saindo de R$ 100 para R$ 110 a caixa de 12 quilos. O jiló também ficou mais caro, com aumento de 7,07%, passando de R$ 130 para R$ 140 a caixa de 15 quilos.
Outros produtos acompanharam esse movimento. O quiabo subiu 7,73%, de R$ 120 para R$ 130 a caixa, enquanto o tomate tipo saladetti teve alta de 5,88%, com preço passando de R$ 160 para R$ 170 a caixa de 20 quilos. Já a melancia graúda registrou valorização de 6,90%, indo de R$ 2,70 para R$ 2,90 o quilo.
Do outro lado, as quedas foram puxadas principalmente pelas frutas. O limão tahiti recuou 12,50%, de R$ 45 para R$ 40 a caixa de 20 quilos. O mamão formosa teve a mesma variação percentual, saindo de R$ 90 para R$ 80 a caixa.
A tangerina ponkan também caiu 12,50%, com preços passando de R$ 90 para R$ 80, enquanto o chuchu registrou queda de 8,33%, de R$ 65 para R$ 60 a caixa de 18 quilos.
De acordo com o levantamento, a alta das hortaliças está ligada à redução da oferta, seja por fatores climáticos ou pela transição entre safras. Já a queda das frutas ocorre em meio ao aumento da disponibilidade no mercado, com avanço da colheita em importantes regiões produtoras.
A tendência é de que produtos com oferta mais limitada, como pimentão, jiló e tomate, mantenham preços elevados nos próximos dias, enquanto itens como limão e tangerina podem seguir em patamares mais baixos com a continuidade da safra.
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