Praticantes de rapel encontraram o corpo da vítima e acionaram a polícia
A polícia prendeu, na tarde de segunda-feira (4), uma dupla, de 22 e 44 anos, suspeita de matar e deixar o corpo de Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos, na Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande.
Populares que frequentam o local para a prática de rapel acionaram a polícia, relatando a presença de um homem sem vida e com sinais de violência. Como não portava documentos, a identificação ocorreu por meio da tornozeleira eletrônica usada pela vítima.
Além disso, foi realizado exame pericial necropapiloscópico pelo Instituto de Identificação, que auxiliou na confirmação da identidade.
A partir dos dados, a polícia conseguiu monitorar os passos de Guilherme Carlos e traçar um histórico que permitiu reconstruir a linha do tempo.
Ao remontar os passos, a equipe de inteligência descobriu o local onde a vítima foi mantida em cárcere privado na noite que antecedeu o crime, além de outros elementos, como o veículo utilizado para transportá-la.
A perícia apontou que ele foi levado com vida até a cachoeira e morto a golpes de faca.
Prisão
A equipe cumpriu dois mandados de prisão temporária e outros dois de busca e apreensão, expedidos pela Justiça. O caso segue sendo investigado.
Confira as redes sociais do Estado Online no Facebook e Instagram

