Quilo da banana chega a R$ 7,89 nos supermercados

Foto: Banco de Imagens/Bixabay
Foto: Banco de Imagens/Bixabay

Variação da fruta ficou em 58,12% entre os estabelecimentos

O quilo da banana, a cada semana, tem ficado mais caro para o consumidor. Conforme pesquisa do jornal O Estado, em cinco supermercados, a fruta varia de R$ 4,99 a R$ 7,89, variando 58,12%. O custo médio calculado é de R$ 5,94.

Ainda no setor de hortifrútis, a cebola está sendo vendida a R$ 3,39 no Assaí, e R$ 6,89 no Nunes (103,24%). O valor médio ficou em R$ 4,63. A batata variou 51,41%, ficando entre R$ 3,89, no Assaí, e R$ 5,89, no Nunes. O custo médio é de R$ 4,72.

O frango congelado está de R$ 7,95 a R$ 16,98 (113,58%), com preço médio de R$ 10,53. Já o quilo do coxão mole a vácuo variou 21,43% e obteve média de R$ 37,23. Enquanto no Pires está R$ 32,90, no Nunes está R$ 39,95.

O arroz tipo 1, de cinco quilos, está sendo vendido em média a R$ 13,64. No Fort Atacadista está por R$ 15,89 e no Atacadão por R$ 18,90 (18,94%).

O feijão carioca, de 1 quilo, foi encontrado entre R$ 7,98 e R$ 8,95, com custo médio de R$ 8,39. Neste caso, a diferença é de 12,16%.

O óleo de soja, de 900 ml, está por R$ 8,99 no Fort e no Atacadão, e por R$ 9,39 no Nunes (4,45%). O valor médio calculado é de R$ 9,19.

Para quem não fica sem café, a notícia pode não ser tão boa, já que o item está sendo vendido entre R$ 17,69 e R$ 17,99 (1,70%). O preço médio para o produto é de R$ 17,85.

O leite integral Italac, de 1 litro, está por R$ 5,39, no Pires, e R$ 6,25 no Atacadão. A variação calculada é de 15,95% e o custo médio é de R$ 5,90.

Limpeza e higiene

Entrando no setor de higiene e limpeza, o sabão em pó Omo, de 1,6 quilo, teve diferença de 25,53% no preço, sendo vendido de R$ 19,90 no Pires a R$ 24,98 no Nunes,
obtendo média de R$ 22,25.

O papel higiênico Neve, de 12 rolos, custa R$ 20,39 no Fort e R$ 25,59 no Pires (25,50%). O item está sendo vendido, em média, por R$ 23,06.

A unidade do sabonete Lux está R$ 2,28, no Assaí, e R$ 2,69, no Pires. Diferença de 17,98% e custo médio de R$ 2,40.

Texto: Izabela Cavalcanti [Jornal O Estado de MS]

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