Heloísa precisa de cirurgia para sobreviver

Heloísa precisa de cirurgia para sobreviver

Heloísa precisa de cirurgia para sobreviver. O bebê está com setes meses e vive como uma criança perfeita, mas nasceu com a Síndrome Cranioestenose, especificamente a braquicefalia. Ela consiste no fechamento precoce das moleiras e esse bebê só tem uma moleira quando deveria ter sete. É aí que entra a necessidade de cirurgia para expandir o crânio dela. Caso não consiga o procedimento, Heloísa pode morrer.

Porém, se o fizer, o risco de morte também é alto. Mas, de acordo com a mãe, Mara Cavalcante, há uma boa porcentagem de dar tudo certo. “Ela é esperta, ativa e esta síndrome não a afeta. Ela é perfeita, mas vai chegar uma hora que as consequências da síndrome vão chegar se ela não fizer a cirurgia logo”, revela.

Heloísa está crescendo bem e com saúde, por isso não há espaço para o cérebro expandir, desenvolver e chegar ao estágio avançado necessário nesta fase da bebê. “Estamos lutando para realizar esta cirurgia pela Cassems. Vamos entrar com uma ação judicial lá. Na Santa Casa também faz, porém é muito perigoso por não ter os aparelhos necessários como stents, as borrachinhas de silicone que precisa colocar na cabecinha dele. Fora o risco maior de pegar infecção. Ela vai precisar de UTI. Tudo isso o médico neurocirurgião está tendo o maior cuidado”, pontua.

ajuda

Mara destaca que o médico está lutando pela filha e fazendo um laudo bem específico para conseguir a operação na Justiça. “Não é uma cirurgia barata. Só de material é de 300 mil a meio milhão de reais. O médico quer fazer a cirurgia antes dos nove meses de Heloísa. Já era pra ter sido feita a cirurgia, mas com a pandemia tudo atrasou”, lamenta.

Os exames também são caros. “De 3.800, 00 reais a 4 mil reais. Não tenho mais auxílio, moro de favor na casa da minha ex-sogra, então fico de mãos atadas. Mas, estamos na luta. Temos Vakinha social, mas ela desconta. Então, prefiro que ajudem pelo meu pix: 67 9918-2850”, pede a mãe de Heloísa.

Na vakinha aparece R$ 1.180,00 arrecadados mas no líquido é R$ 1.093,00. “Por isso, peço mais que ajudem pelo meu pix: 67 9918-2850. a gente vem lutando e pedindo ajuda. Graças a Deus tem muita gente ajudando. Aos poucos vamos conseguir”, agradece e reforça a necessidade de auxílio. Até agora ela conseguiu 400 reais de pix e na vakinha é preciso chegar a 4 mil reais.

Clique aqui para ajudar pela vakinha, caso não possa fazer um pix.

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