Morre aos 84 anos o ex-conselheiro do TCE-MS Paulo Roberto Capiberibe Saldanha

Foto: TCE-MS
Foto: TCE-MS

Morreu nesse sábado (7), em Ponta Porã, aos 84 anos, Paulo Roberto Capiberibe Saldanha, ex-deputado estadual e ex-conselheiro do TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul). A causa da morte não foi divulgada.

Formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Paulo Roberto Saldanha iniciou a trajetória política em 1974, quando foi eleito deputado estadual pelo então Estado de Mato Grosso. Durante o mandato, presidiu a Assembleia Legislativa entre 1976 e 1978.

Com a criação de Mato Grosso do Sul, em 1979, integrou a primeira legislatura do novo Estado, também como deputado estadual. No entanto, permaneceu no cargo por apenas um ano, após ser nomeado conselheiro do TCE-MS em março de 1980, pelo então governador Marcelo Miranda.

No Tribunal de Contas, Saldanha ocupou cargos de destaque ao longo de décadas. Ele presidiu a Corte nos biênios de 1983 a 1984, 1991 a 1992 e 1997 a 1998. Também exerceu a Vice-Presidência nos períodos de 1981 a 1982, 1987 a 1988, 1993 a 1994, 2001 a 2002 e 2009 a 2010. Além disso, atuou como corregedor nos biênios 2005/2006, 2007/2008 e 2010/2012.

O velório será realizado na Câmara Municipal de Ponta Porã, localizada na Avenida Brasil, nº 3.470. O sepultamento está marcado para as 16h.

Diversas autoridades e entidades manifestaram pesar pela morte de Paulo Roberto Saldanha. Em nota, o presidente da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso do Sul), Bitto Pereira, destacou a trajetória do ex-conselheiro. “Teve uma carreira irretocável, era respeitado e admirado por todos os seus pares. É um momento de muita tristeza para toda a advocacia sul-mato-grossense. Externo as mais sinceras condolências a todos os familiares”, afirmou.

O prefeito de Ponta Porã, Eduardo Campos, também se manifestou por meio das redes sociais. “Recebi com profunda tristeza a notícia do falecimento do conselheiro Paulo Saldanha, homem público cuja trajetória se confunde com a própria história do desenvolvimento do Mato Grosso do Sul e, em especial, da nossa região de fronteira. O homem se vai, mas permanece o legado”, declarou.

 

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