O governo federal anunciou a ampliação do prazo para que beneficiários de programas sociais realizem o cadastro biométrico por meio da nova CIN (Carteira de Identidade Nacional). O novo cronograma foi divulgado nesta segunda-feira (6) pelo MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos).
Com a mudança, cidadãos que ainda não possuem biometria registrada deverão emitir a nova identidade até janeiro de 2027. Já aqueles que já possuem biometria cadastrada em bases como o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na CNH (Carteira Nacional de Habilitação)ou no passaporte terão prazo estendido até janeiro de 2028.
A nova regra substitui a determinação anterior, que poderia afetar pedidos de benefícios sociais já a partir de maio deste ano. Segundo o governo federal, a ampliação do prazo busca evitar prejuízos à população e garantir mais tempo para que todos possam realizar o cadastro biométrico gratuitamente por meio da CIN.
Para emitir a nova Carteira de Identidade Nacional, o cidadão deve acessar a plataforma Gov.br, realizar o agendamento no estado onde reside e comparecer no local indicado na data marcada, levando certidão de nascimento ou de casamento.
A versão digital do documento também permite a inclusão de outros registros, como a CNH e o título de eleitor, reunindo diferentes documentos em um único cadastro.
Além disso, a portaria prevê a criação do Serviço de Verificação Biométrica, ferramenta que deverá estar disponível até 31 de dezembro de 2026. O sistema vai integrar os dados da CIN com a identidade digital, ampliando a segurança e a verificação de informações.
De acordo com o governo, os órgãos responsáveis pelos benefícios sociais também deverão orientar os cidadãos sobre o novo procedimento e incluir a coleta biométrica nos atendimentos realizados.
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