Interior concentra alta de chikungunya enquanto MS soma 12 mortes em apenas 4 meses

Foto: Divulgação
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Estado ultrapassa 5,3 mil casos prováveis da doença em 2026, com municípios do interior liderando índices de incidência

Mato Grosso do Sul acumula 5.352 casos prováveis de Chikungunya em 2026, segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde atualizado até 11 de abril. Os dados incluem notificações em investigação, confirmadas e ainda não encerradas.

Ao longo dos primeiros quatro meses do ano, o Estado também confirmou 12 mortes pela doença. Os óbitos foram registrados principalmente em Dourados, além de ocorrências em Jardim, Bonito e Fátima do Sul.

A incidência estadual é de 194,1 casos por 100 mil habitantes, mas o avanço da doença não ocorre de forma uniforme. Municípios do interior concentram os índices mais elevados, com destaque para Fátima do Sul, que registra 2.673,6 casos por 100 mil habitantes, seguido por Sete Quedas (1.437,1) e Jardim (1.434,5).

Outras cidades como Paraíso das Águas, Douradina, Amambai e Corumbá também aparecem com classificação de alta incidência.

Em números absolutos, os maiores volumes de casos estão em Dourados, com 1.355 registros, seguido por Corumbá (753) e Fátima do Sul (551).

Na Capital o cenário é diferente, com baixa incidência e apenas três casos prováveis contabilizados no período analisado.

O boletim também aponta 46 casos confirmados em gestantes, distribuídos em diferentes municípios, com maior concentração também em Dourados.

Os dados são considerados parciais e podem ser atualizados conforme novas notificações são inseridas no sistema pelos municípios.

 

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