O presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu nessa sexta-feira (3) a série de mudanças no primeiro escalão do governo federal. Ao todo, foram realizadas 18 alterações entre saídas e remanejamentos de ministros que pretendem disputar as eleições.
A movimentação ocorre antes do prazo legal para desincompatibilização de cargos. A partir deste sábado (4), ministros que permanecerem no governo não poderão mais se candidatar nas eleições deste ano.
Entre os primeiros a deixar o cargo está o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, que já iniciou a pré-campanha para disputar o governo do estado de São Paulo.
Com a saída de parte dos titulares das pastas, muitos ministérios passaram a ser comandados temporariamente por secretários-executivos, que assumem a função de forma interina na maioria dos casos. Também houve mudanças internas na Esplanada. Um exemplo foi André de Paula, que deixou o Ministério da Pesca para assumir o Ministério da Agricultura.
Dois ministros que chegaram a ser cotados para disputar as eleições decidiram permanecer no governo: Waldez Góes e Wolney Queiroz, que desistiram de concorrer a cargos eletivos.
Já o ministro Márcio França, que era apontado como possível substituto de Geraldo Alckmin no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, recusou o convite para assumir a pasta. Ele também deixou o governo e ainda avalia qual cargo deve disputar nas eleições em São Paulo.
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