Reivindicado “tratamento” de eutanásia em animais com leishmaniose

Foto: Internet

Os participantes da audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal, que aconteceu nesta sexta-feira (3) reivindicaram os avanços no tratamento dos animais para evitar a eutanásia, que é o ato intencional de proporcionar a alguém uma morte indolor para aliviar o sofrimento causado por uma doença incurável ou dolorosa.

Esse morte indolor é para animais que tenham a leishmaniose. O Deputado federal, Fred Costa, solicitou a realização do debate. Desde 2016 o uso de um medicamento para o tratamento dos cães, a prática da eutanásia pelos municípios ainda é generalizada.

A leishmaniose é uma doença causada por um parasita que é transmitido por um inseto conhecido como mosquito palha. É infecciosa, mas não é contagiosa. Se for tratada a tempo tem cura. No Brasil, a incidência em crianças é alta e cerca de 240 pessoas morrem anualmente em decorrência da doença, em geral vindas das camadas mais pobres da população.

(Fernanda Tauana)

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