Dados também mostram que 65,8% alcançam resultado bom ou ótimo no acesso aos atendimentos
A avaliação mais recente apresentada pelo Ministério da Saúde indica que 70,4% das equipes de Atenção Primária Prisional estão classificadas como “regular” no cuidado à tuberculose. O indicador faz parte do novo modelo que permite análise por equipe, município e Unidade da Federação.
A classificação leva em conta a realização de quatro consultas médicas ou de enfermagem em seis meses, além de exames como baciloscopia de controle, radiografia de tórax e testagem para HIV. As medidas são consideradas fundamentais para diagnóstico precoce e controle da transmissão no ambiente prisional.
O sistema foi lançado este ano e ainda passa por fase preparatória. Durante 2026, os indicadores permanecem em acompanhamento, com treinamentos e ajustes técnicos. A contagem oficial dos resultados começa em janeiro de 2027.
O monitoramento contempla seis eixos: acesso à Atenção Primária Prisional; cuidado na gestação; acompanhamento de hipertensão e diabetes; rastreio de infecções sexualmente transmissíveis; cuidado à tuberculose; e prevenção do câncer do colo do útero.
No indicador de acesso aos atendimentos, 49,3% das equipes estão classificadas como “bom” e 16,5% como “ótimo”, totalizando 65,8% com desempenho satisfatório ou elevado. No cuidado à gestação, 41% alcançaram nível “ótimo”. Já no rastreio de IST e na prevenção do câncer do colo do útero, a maior parte das equipes permanece na faixa intermediária.
Atualmente, o país conta com 683 equipes de Atenção Primária Prisional cofinanciadas. O modelo integra o componente de qualidade do SUS (Sistema Único de Saúde) e amplia o detalhamento da gestão da saúde no sistema prisional.
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