Secretários do Governo e Capital cumprem último dia no cargo com foco nas eleições

Com a aproximação do fim do prazo de desincompatibilização para as eleições, o governo de Mato Grosso do Sul e a Prefeitura de Campo Grande passam por uma dança das cadeiras para acomodar nomes que vão disputar as eleições de 2026. No Estado, cinco integrantes, sendo quatro do primeiro escalão deixam os cargos até esta terça-feira (31), paa disputar o pleito, com exceção de Frederico Felini, que não será candidato e atuará na coordenação de campanha.

Deixam o governo estadual a titular da Cidadania, Viviane Luiza (PP), que deve disputar vaga de deputada federal; o diretor-presidente da Fundesporte, Marcelo Miranda, pré-candidato a deputado estadual pelo PP; o subsecretário de Políticas Públicas para Povos Originários, Fernando Souza que também vai tentar vaga na Assembleia pelo PSDB; além do secretário da Semadesc, Jaime Verruck, que entra na disputa eleitoral. Segundo articulação interna, a definição passou por consulta do governador aos auxiliares que demonstraram interesse em concorrer. A tendência é que os adjuntos assumam as pastas, como já foi adiantado pelo jornal.

No âmbito municipal, a principal mudança ocorre na Secretaria de Infraestrutura. O titular Marcelo Miglioli deixa o cargo também nesta terça-feira (31), com exoneração prevista para quarta-feira. Miglioli disse que não pretende disputar cargo proporcional neste momento, mas se coloca à disposição do grupo político. “Eu não tenho disposição de disputar proporcional, o meu posicionamento é muito claro, mas eu entendo que eu devo sair […] e ficar à disposição do partido, do grupo”, completou.

Além disso, Miglioli apontou que continuará ajudando a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes. “Está tudo encaminhado, os projetos todos encaminhados, as licitações todas encaminhadas, e a gente vai continuar ajudando. Minha conversa com a prefeita foi muito tranquila, de colocar à disposição dela para que a gente possa continuar auxiliando naquilo que for possível”, completou.

As saídas simultâneas marcam o início mais efetivo da organização das chapas no Estado e na Capital, com partidos reposicionando quadros e ajustando estratégias para a disputa eleitoral.

Por Sarah Chaves

 

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