Julgamento de vereadora é adiado para a próxima semana

 

O julgamento do pedido de cassação do mandato da vereadora de Campo Grande Cida do Amaral (Pros), que trocou de partido fora da janela partidária de vereadores, foi adiado para quarta-feira que vem, dia 28. A decisão dos membros do TRE/MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), em respeito ao prazo legal, dá para a parlamentar mais uma semana de vida política.

A mudança de data foi solicitada pelo relator do julgamento, o desembargador Sérgio Fernandes Martins, por uma falha no sistema do TRE/MS. Conforme Martins, o pedido de inclusão da pauta foi feito na última terça-feira (13), porém, a pauta foi publicada no sistema do Tribunal um dia antes do julgamento, na segunda-feira (19). De acordo com o regimento interno do TRE/MS determina que o julgamento dos processos ocorrerá de acordo com a pauta, que será publicada com antecedência mínima de 48 horas.

Mesmo com a decisão já tomada sobre o pedido de cassação por infidelidade partidária, o desembargador defendeu o adiamento. “Se aplicarmos o regimento interno nos teríamos que obedecer o prazo de 48 horas. Eu, como relator prefiro não correr este risco. O voto está pronto, está tudo preparado, mas indico que nós republiquemos a pauta”, argumentou Martins.

Apesar de poder perder a cadeira na Câmara Municipal de Campo Grande, a vereadora afirma que está tranquila sobre o resultado do julgamento. “Minha expectativa é que a justiça vença, eu acredito na justiça, eu acredito na fidelidade das pessoas. Eu fui eleita pelo povo, creio que estou desenvolvendo um bom trabalho em prol da população. Vamos aguardar. Eu não gosto de sofre com antecedência, eu gosto de viver o momento”, afirmou a parlamentar

Durante o processo, a parlamentar se defendeu apresentando “justa causa” para a mudança partidária. Entretanto, a PRE (Procuradoria Regional Eleitoral) deu parecer favorável ao Podemos, que denunciou a troca, para a cassação do mandado da vereadora. Caso seja condenada, A sua vaga volta para o partido e pode cair no colo do segundo suplente, o agente penitenciário Wilson Xororó (Podemos).

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