Desembargador Marco André Hanson completa 40 anos de magistratura e dedicação à Justiça de MS

Divulgação TJMS
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Quatro décadas dedicadas à magistratura sul-mato-grossense marcam, nesta sexta-feira, dia 25 de setembro, a trajetória do desembargador Marco André Nogueira Hanson. Dos primeiros anos como juiz substituto à atuação no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, sua carreira percorreu diferentes comarcas e áreas da Justiça estadual. Atualmente, o magistrado é diretor-geral da Escola Judicial do Estado (Ejud-MS) e integra a Terceira Câmara Cível, a Segunda Seção Cível e o Órgão Especial do TJMS.
Hanson ingressou na carreira em 1986, após ser aprovado no VI Concurso da Magistratura de Mato Grosso do Sul, homologado em 11 de setembro daquele ano. Desde então, sua trajetória passou por diferentes comarcas, pelo segundo grau e por outras funções no Tribunal. Ao completar 40 anos de magistratura, ele relembra esse percurso a partir da responsabilidade e do compromisso que acompanham sua atuação desde o início.
“Quando ingressei na magistratura, em 1986, tinha muito claro o sentido de responsabilidade daquela escolha. E 40 anos depois, esse sentimento permanece. A magistratura sempre foi, para mim, mais do que uma profissão: é uma vocação para servir, decidir com independência e cumprir, com seriedade, o dever que a sociedade confiou ao juiz. Mesmo diante dos desafios próprios da função, sempre procurei exercê-la com alegria, equilíbrio, respeito à lei e permanente zelo pela dignidade da Justiça”, disse o magistrado.
Em quatro décadas de atuação, a carreira do magistrado atravessou diferentes momentos da história do Judiciário de MS, acompanhando transformações que mudaram a rotina do Judiciário e a própria forma de prestação dos serviços, como a digitalização dos processos, a ampliação do acesso à Justiça e uma relação cada vez mais próxima com a sociedade.
“Olhar para esses 40 anos é reconhecer o quanto o Judiciário se transformou, sem perder de vista os valores que devem permanecer. Tenho gratidão pelo caminho percorrido e a consciência de que ainda há muito a contribuir”, avalia.
“Hoje, especialmente na Escola Judicial, poder transmitir às novas gerações a experiência acumulada, o respeito pela instituição e o compromisso com a magistratura é também uma forma de continuar servindo ao Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul”, completa.
Trajetória resumida – Nomeado juiz substituto, Hanson iniciou a judicatura em Dourados em setembro de 1986. Em 1987, foi promovido por merecimento a Juiz de Direito para São Gabriel do Oeste e, no ano seguinte, novamente pelo mesmo critério, seguiu para a comarca de Naviraí. Em 1990, foi removido para a 2ª Vara da comarca de Coxim, onde permaneceu por seis anos.
A chegada a Campo Grande ocorreu em 1996, com a promoção por antiguidade para a Vara de Falências, Concordatas e Insolvências, já como juiz de Direito de Entrância Especial. Posteriormente, foi removido para a 6ª Vara Cível da capital.
Antes da promoção ao cargo de desembargador, exerceu as funções de juiz auxiliar da Presidência do TJMS (biênio 2005/06) e da Corregedoria-Geral de Justiça (biênios 1999/2000 e 2001/02), além de ter atuado como juiz eleitoral e ter sido o primeiro diretor da Escola Judiciária Eleitoral de MS.
Também passou pelos Juizados Especiais e pelas Turmas Recursais, presidiu a Associação dos Magistrados de Mato Grosso do Sul (Amamsul) entre 2003 e 2004 e foi diretor da Escola Superior da Magistratura (Esmagis).
Em 2010, após 24 anos de atuação na primeira instância, Hanson foi promovido por merecimento ao cargo de desembargador do TJMS e, desde então, passou a desempenhar suas funções no segundo grau de jurisdição.
No TJMS, o magistrado presidiu o Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais (CSJE) nos biênios 2013/2014 e 2015/2016 e, mais recentemente, passou a contribuir também com a formação judicial. Foi vice-diretor da Ejud-MS no biênio 2023/2024 e, em 2025, assumiu a Direção-Geral da Escola Judicial, função que exerce atualmente em paralelo à atuação na Terceira Câmara Cível, na Segunda Seção Cível e no Órgão Especial do Tribunal.
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