Dagoberto defende ensino de língua espanhola nas escolas do país

Fotos: Cayo Cruz
Fotos: Cayo Cruz

O deputado federal Dagoberto Nogueira (PSDB), durante visita à redação do jornal O Estado, comentou sobre seu PL (projeto de lei), que resgata o aprendizado da língua espanhola nas escolas, em análise, no Congresso.

Além disso, comentou pautas nacionais em debate. Para o deputado, o PL visa fortalecer a relação entre os países da América Latina, onde o idioma é utilizado. “Todo o nosso continente fala espanhol, então, não justifica ela ser tirada do material escolar brasileiro. Não tenho nada contra o inglês, mas o espanhol é muito mais viável. Estou dando essa possibilidade, que está sendo muito bem aceita no Congresso.”No aspecto nacional, ele lembrou que o Congresso hoje discute a reforma tributária, praticamente pronta, segundo o deputado. “A reforma deve melhorar muito o Brasil pela ideia de unificar os impostos, facilitando a arrecadação e, também, ao longo dos anos, diminuir o peso no valor final.”

“É o que o Brasil precisa para ser mais competitivo, principalmente nos impostos que impactam a cesta básica, por exemplo, e outros setores que atingem pessoas com menos poder aquisitivo. Tenho a impressão de que votamos a reforma antes do recesso, programado para 15 de julho”, informou.

Marco temporal e MP dos ministérios Dagoberto conta que o debate da questão indígena foi bastante controverso, no Congresso. O deputado, que votou contra a medida, avalia que o marco temporal das terras indígenas foi um pouco radical. “Poderia ter um consenso, um entendimento maior”, diz Nogueira.

Na semana passada, o Congresso também votou a favor da MP (medida provisória) dos ministérios, que reestrutura a Esplanada e em seguida foi aprovada no Senado.Sobre o governo federal, Dagoberto acredita que agora começa a andar. “Acho que o presidente está certo, ao buscar o entendimento com os países europeus, fora da Europa, na Ásia, com o mundo inteiro, porque Brasil ficou isolado nesses últimos quatro  anos do governo anterior.”

“Além disso, a questão ambiental deu uma imagem negativa para o Brasil, lá fora. Temos que consertar isso, creio que se o governo não atrapalhar, o país vai bem”, conclui o parlamentar.

 

 

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