Polícia encontra duas pessoas executadas pelo tribunal do crime

Reprodução/Rádio Caçula
Reprodução/Rádio Caçula

A polícia encontrou o corpo das duas pessoas que estavam desparecidas há uma semana na manhã de sábado (9), numa mata fechada no bairro Carioca, em Três Lagoas, a aproximadamente 326 quilômetros de Campo Grande. As vítimas com sinais de tortura e queimaduras foram mortas pelo tribunal do crime, segundo a polícia.

Segundo o site Rádio Caçula, a Polícia Militar investigava o endereço onde as vítimas teriam sido vistas pela últimas vez. Até que os militares sentiram um cheiro muito forte e viram os corpos carbonizados, já em fase de decomposição.

As investigações do SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil, já havia apontado que as duas vítimas, que não conseguiram fugir de um cativeiro, provavelmente teriam sido mortas e seus corpos ocultados. Cinco pessoas já foram presas acusadas de participação no crime.

Entenda o caso

Três vítimas haviam sido mantidas em cárcere privado desde a tarde do último domingo (3) e, sob acusação de pertencerem a uma facção rival, foram submetidas a um tribunal do crime, sendo que durante esse período, as vítimas passaram por três cativeiros, sempre sob a ameaça de arma de fogo e arma branca.

Eles saíram de casa na tarde do último domingo para participar de festas no bairro quando foram atraídas até uma casa que fica em frente ao campo de futebol. Ao entrarem no imóvel, imediatamente foram rendidos sob ameaça de arma de fogo.

As vítimas foram amarradas e mantidas nesse primeiro cativeiro até a madrugada de segunda-feira (4), sendo levadas depois para um segundo cativeiro, ali próximo, onde ficou até a tarde da última terça-feira (5). Depois, foram levadas até um terreno onde funciona um depósito de reciclagem, não muito distante do segundo cativeiro, onde seriam executadas.

Ocorre que, uma das vítimas, percebendo o descuido de um dos bandidos que atendia ao telefone, fugiu com as mãos amarradas e pediu socorro na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), acionando a Polícia Militar.

Ao chegarem no cativeiro de onde a vítima fugiu, os policiais constataram que ali haviam muitas manchas de sangue e rastros de veículos que deixaram o local, levando as duas vítimas que estavam sendo mantidas em cárcere privado.

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