Após engasgo, bebê é socorrido no quartel do Corpo de Bombeiros em Corumbá

Foto: Redes Sociais
Foto: Redes Sociais

Criança de dois meses foi levada por familiares ao quartel durante a noite

Na noite da última segunda-feira (3), um bebê de apenas dois meses chegou desacordado ao quartel do Corpo de Bombeiros, em busca de socorro. Por volta das 22h, familiares entraram no pátio da unidade carregando a criança nos braços. O menino apresentava dificuldade para respirar e, segundo os bombeiros, havia suspeita de obstrução das vias aéreas por líquido.

Seundo o Diário Corumbaense, o soldado Reyver estava no local e imediatamente recebeu o bebê. Ele iniciou as manobras de desobstrução e, após os procedimentos, a criança voltou a respirar e expeliu o líquido que bloqueava a garganta.

Enquanto o filho era atendido, a mãe acompanhou os procedimentos em desespero e chegou a se ajoelhar para rezar pela recuperação da criança.

Depois que o bebê foi estabilizado, os bombeiros encaminharam mãe e filho ao Pronto-Socorro Municipal, onde a criança recebeu avaliação médica e acompanhamento.

O atendimento realizado pelo bombeiro foi registrado em vídeo.  As imagens mostram o momento em que o soldado realiza as manobras para liberar as vias aéreas do bebê.

O Corpo de Bombeiros reforça que uma obstrução das vias aéreas pode evoluir rapidamente para uma emergência grave, principalmente em bebês. Ao perceber que a criança não consegue respirar, chorar ou tossir, a orientação é acionar imediatamente o Samu, pelo 192, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193.

Enquanto o socorro é acionado, devem ser seguidas as orientações dos profissionais. Em casos de engasgo em bebês, são utilizadas manobras específicas de desobstrução, alternando golpes nas costas e compressões no tórax, conforme os protocolos de primeiros socorros.

Não se deve colocar os dedos dentro da boca da criança para tentar retirar algo que não esteja visível, nem oferecer água ou alimentos ou sacudir o bebê.

Mesmo quando a respiração volta ao normal, é importante procurar atendimento médico para avaliação, pois podem existir complicações após o episódio.

Confira o vídeo:

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