Só Brasil comemora Dia Mundial do Rock em 13 de julho

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Se você pensa que o estilo musical Rock ‘n’ Roll é barulho, não entendeu nada! Além da cena da música, o Rock é pura liberdade de expressão e para a conquista de ser livre é preciso muito barulho, no melhor sentido da palavra. O Dia Mundial do Rock é comemorado apenas no Brasil no dia 13 de julho. A sugestão veio de nada mais, nada menos que o ícone Phil Collins. Foi nesta mesma data em 1985 que o músico tocou com Led Zepelin, nos Estados Unidos e com Eric Clapton, na Inglaterra. Ele foi o único artista que conseguiu se apresentar ao vivo nos dois palcos do Live Aid, Festival beneficente de música que aconteceu simultaneamente nos dois países.

No Brasil, dois pilares do rock, Rodrigo Tozette, vocalista/guitarrista do Bando do Velho Jack e Joaquim Seabra, o cebola, vocalista nas bandas JS Orchestra e Astronauta Elvis (além de integrante original da banda punk Impossíveis que completaria 28 anos em 2021). Destacam a importância deste estilo que mudou completamente o comportamento dos jovens da segunda metade do século XX.

espaço vivo

Cebola

Cebola

Para Cebola, o rock não é só música, é um estilo de vida. “Eu não uso nem tênis por que eu nunca vi o Elvis usar um. Não me vejo nostálgico, a curiosidade não deixou, curto todas as fases do Rock, do início e atualmente. Ouço o rockabilly dos anos 50 e o rock n roll do séc XXI, minha única exigência é que a banda tenha o espírito dos anos 50”, destaca

Cebola

Cebola

Em Campo Grande, Cebola pontua que o espaço é pouco mas existe. “Para se apresentar em alguns lugares temos que adequar o set list e fazer algo mais conhecido. O autoral está bem restrito, tem poucos lugares. Mas não vejo como dificuldade e sim como motivação, temos que incentivar a moçada a querer montar e fazer alguma coisa. Como dizia os Ramones: i just want have something to do”, explica.

Já o vocalista do Bando do Velho Jack, Rodrigo Tozette, considera o Rock uma música sempre volátil, em relação a parte do público e disseminação do estilo. “Está sempre subindo e descendo, mas de forma atemporal, sem sumir, sem morrer como a gente vê com todos os outros tipos de música que vem numa moda e depois é substituída por outra. O Rock sempre teve seu espaço, sua fatia. E vem onda, às vezes, que joga mais pra cima, depois acalma. E assim vai década após década”, analisa.

Rodrigo Tozette

Rodrigo Tozette

Os lugares para apresentações sempre foram vivos e presentes, acredita Tozette. “Aqui em Campo Grande sempre tivemos um bom espaço. Volátil também, mas sempre teve. Sempre teve bar de Rock e Blues abertos. Em algumas épocas, vários funcionando simultaneamente. Então, tem bastante espaço para as bandas trabalharem”, explica.

Analisando o cenário atual com a pandemia que atrapalhou bastante, principalmente bandas de evento, que precisam de estrutura ou de possibilidade de lotação de uma casa de show ou bar de Rock pra valer o evento. “Mas as bandas que ‘tocam na noite’ dos bares estão voltando bem. Creio que com as restrições diminuindo e, principalmente, com a saúde da população mais segura, logo os eventos vão voltar com força total e os bares vão poder operar com carga máxima. Aí a cena esquenta de novo”, prevê.

VEJA ABAIXO O ROCK DE ASTRONAUTA ELVIS (CEBOLA) E DO BANDO DO VELHO JACK (RODRIGO TOZETTE). VOCES QUEREM ROCK ‘N’ ROLL?

 

 

 

 

Show especial do Bando do Velho Jack (15 anos de existência)

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