Reagendado para esta terça, PL retorna à Câmara e segue sem ser pautado

Reagendado mais uma vez para votação nesta terça-feira (11) na Câmara dos Deputados, o projeto de lei aprovado no final de março pelo Senado, que determina a punição de até cinco vezes a diferença salarial verificada entre o homem e a mulher para empregadores que não aderirem à regra, segue sem ser pautado na casa.

Durante uma de suas lives nas redes sociais no dia (22) de abril, Bolsonaro se declarou contra o texto. Segundo o chefe do executivo, se sancionar o projeto que aumenta a multa trabalhista para empregadores que pagam salários diferentes para homens e mulheres que exercem a mesma função, pode tornar “quase impossível” a entrada de mulheres no mercado de trabalho.

O presidente justificou que, na justiça trabalhista , a maior parte das decisões favorece o empregado em detrimento do empregador e que, se sancionar a lei, muitos empresários irão parar de contratar mulheres com medo de serem injustamente enquadrados na lei.

“Qual a consequência disso vetado ou sancionado? Vetado, vou ser massacrado. Sancionado, você acha que as mulheres vão ter mais facilidade de arranjar emprego ou não no mercado de trabalho. Vamos ver se eu sancionar como vai ser o mercado de trabalho para a mulher no futuro. É difícil para todo mundo, para a mulher é um pouco mais difícil. (Vamos ver) Se o emprego vai ser quase impossível ou não”, disse o presidente.

Depois do posicionamento, ele disse que faria uma live em suas redes sociais para decidir o que fazer. O prazo chegou na data limite e o texto precisou retornar à Câmara dos Deputados, que deveria aprovar a medida hoje, terça-feira (11). No entanto, segue sem ser pautado.

 

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