Mato Grosso do Sul ganhou dez posições no ranking nacional do volume de serviços em apenas um mês. O Estado saiu da 19ª colocação na comparação com junho de 2025 e foi para o 9º lugar no resultado de junho deste ano ante maio, com alta de 0,3%.
A alta veio depois de um crescimento de 0,9% em maio e foi a segunda seguida no Estado. Ainda assim, o setor acumula queda de 0,5% de janeiro a junho. Na comparação com junho do ano passado, o volume de serviços recuou 2%, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), divulgada pelo IBGE.
Em junho, 16 das 27 unidades da federação registraram queda e o resultado nacional ficou estável. Mato Grosso do Sul ficou à frente do Rio de Janeiro, que teve alta de 0,1%, e atrás de Santa Catarina, que cresceu 0,9%. São Paulo registrou alta de 0,6% e Alagoas teve o maior crescimento, de 1,7%.
Na comparação com junho de 2025, MS ficou na 19ª posição entre os Estados, com retração de 2%. No acumulado do primeiro semestre, a colocação é a mesma, com queda de 0,5%. O país, no entanto, acumulou alta de 2% no período.
Comércio cresce mais
No comércio varejista, os números são melhores. Em junho, as vendas cresceram 3,9% em relação ao mesmo mês de 2025 e acumulam alta de 2,6% no ano. Na comparação com maio, o aumento foi de 1%.
No varejo ampliado, que reúne veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas acumula alta de 5,4% no primeiro semestre. De maio para junho, houve queda de 0,3%.
Com isso, os dois setores chegam ao fim do primeiro semestre em posições diferentes. O comércio varejista acumula alta de 2,6% em 2026, enquanto o volume de serviços recua 0,5% no mesmo período.
No país, quatro dos cinco grandes grupos de serviços tiveram queda em junho. Os serviços profissionais, administrativos e complementares recuaram 1,4%; outros serviços, 2,2%; os serviços prestados às famílias, 1,2%; e os transportes, 0,1%.
O único grupo com alta foi o de informação e comunicação, que cresceu 1,8% no mês.
O índice de volume é calculado a partir da receita nominal das empresas, descontada a variação de preços específica de cada atividade.
Por Djeneffer Cordoba
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