Mentora de Startup fala sobre técnica do Growth hacking

Vertente de marketing faz com que empresas cresçam dez vezes mais rápido

O mercado agora é outro, desde que empreendedores perceberam o quanto a internet pode transformar posts estratégicos em milhões de reais. O que alavancou para que pessoas cheias de ideias e investidores têm unido forças na utilização das redes sociais como uma ferramenta lucrativa, proporcionando rapidez, segurança e acessibilidade para clientes de todas as idades e do mundo inteiro.

Um exemplo desse mercado é a executiva, Loryane Lanne, de 25 anos. Ela atualmente investe 100% do seu tempo a startup Cia job, que acabou lançar um aplicativo, que  une prestadores de serviços a pessoas que precisam dos trabalhos que eles oferecem. Uma alternativa que promete ajudar muito neste momento de crise para o trabalhador, já que muitos estão de pés e mãos atadas. O Estado online entrou em contato com a goiana para entender como funciona a linha de trabalho do marketing Growth hacking, acompanhe a entrevista e saiba tudo que você precisa para ser um empresário de sucesso.

O Estado: O Growth hacking pode ser considerado o marketing mais adequado para esse momento de crise?

Loryane: Nesta hipótese, as empresas precisam enxergar qual é a atual necessidade que as pessoas estão enfrentando em razão à pandemia do novo coronavírus, isso se enquadra em vários aspectos da vida no dia a dia. E pode ser sim a melhor opção para quem se mostra necessário neste momento, que vai atender, ajudar e receber um grande retorno posteriormente. Quando uma ideia é boa, ou seja, indispensável, muitos investidores à transformam em uma grande companhia por acreditar que ela é realmente necessária. A partir do momento que os investidores captam essa ideia, e acreditam nela, eles aceitam e investem. Os sócios entram como o cérebro da empresa, e o dono da  corporação entra com suas habilidades, já que é o proprietário e desenvolvedor do projeito.

O Estado: Por que muitas empresas ainda enxergam o marketing como uma atividade superficial e não dão a ele a devida importância?

Loryane: É possível enxergar que muitas empresas ainda são retrógradas e acreditam que o marketing é supérfluo, só querem investir se estiverem lucrando. Mas pelo contrário, não é assim que funciona, só lucram de fato, se estiverem investindo. Quando uma empresa pensa desta forma, ela deixa de acreditar em si mesma e abre um leque de opções e espaço para que outras a ultrapasse no mercado. É preciso acreditar que as ferramentas disponíveis hoje, podem elevar patamares.

O Estado: Qual a importância referencial da web nisso?

Não existe outra maneira de mensurar rendimentos se uma empresa não está na internet, se ela não aparece no Google e nas redes sociais, porque ai, então, ela não consegue se inserir na vida cotidiana de seus clientes. Quando uma empresa não acreditava em mim logo que comecei, eu mostrava que eles precisavam sim do meu suporte, porque inúmeros empresários achavam que podiam fazer sozinhos. Além de acreditarem que era possível fazer um post, falavam também que eu tinha pouca idade, já me disseram “Calma Loryane, você ainda vai conhecer o mercado”, aquilo era uma flecha de desafio que me eram lançadas. Todas as vezes eu usava isso para acreditar que eu realmente podia mais. Eu era mais nova sim, eu sou mais nova que muitos, mas com várias experiências em resolver problemas, em comunicação, em desenvolvimento pessoal e empresarial. Foi assim que muitos acreditaram em meu potencial e conseguiram crescer de verdade e a medida que meus mentoreados crescem eu cresço também.

O Estado: Ainda existem muitos empresários (as) com princípios conservadores arraigados no mercado, como é fazer com que essa solução tão recente e nova consiga ser assimilada.

Loryane: É muito simples, nós temos vários resultados para apresentar neste cenário do marketing na vertente do marketing Growth hacking, como a Uber por exemplo, um negócio que decidiu usar a tecnologia para dar às pessoas o que elas querem, quando e onde elas precisam. No começo de sua história, ela entrou no mercado em plena consciência de que perderia muito, dando viagens e descontos que começaram com R$20,00, R$10 e depois R$8,00 para muitos de seus clientes. E o resultado disso? Faturou bilhões depois que centenas de milhares de pessoas conheceram e enxergaram que precisavam do serviço, e começaram a andar de uber recorrentemente em todas as Capitais Brasileiras. O trabalho da Startup, foi a estratégia de gratuidade e necessidade.

O Estado: Existe algum tipo de estratégias para cada ramo?

Loryane: Para cada startup, há uma estratégia a ser explorada. O gestor que pretende se transformar em uma startup, deve ter uma ideia totalmente inovadora, extraordinária. Desenvolver até certo ponto, bem como: se pagar e se sustentar para provar que essa ideia realmente é uma solução, ou seja, ela é necessária e dá certo. É importante ressaltar, que ela não pode depender unica e somente de uma determinada pessoa como o dono. As funções devem ser delegadas, este tipo de projeto necessita que, pelo menos, uma pessoa esteja responsável pelo marketing, outra pela parte da administração, entre tantas outras funções, que vão de acordo com empreendimento. A partir daí, uma estratégia é criada com o perfil da identidade que ela possui, com a sua missão de marca e de mercado específico. Não menos importante, vale lembrar que para virar uma startup o interessado tem que ter a ideia mais barata, mais sustentável e aparentemente sem solução e depois disso procurar investidores. Os custos para este investimento vão de 5 a 200 mil reais, e o retorno dos sócios são de pelo menos 5% do lucro que a empresa contabiliza.

(Texto: Karine Alencar)

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