Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 7, nesta quarta-feira (26)

Foto: Arte Bolsa Família
Foto: Arte Bolsa Família

Nesta quarta-feira (26), a Caixa Econômica Federal realiza o pagamento da parcela de março do novo Bolsa Família aos beneficiários com NIS  (Número de Inscrição Social) de final 7. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com os adicionais, o valor médio sobe para R$ 668,65. O programa, que alcançará 20,5 milhões de famílias neste mês, representará um gasto de R$ 13,7 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Além do benefício mínimo, três adicionais são pagos. O Benefício Variável Familiar Nutriz destina-se a mães de bebês de até 6 meses de idade, com seis parcelas de R$ 50 para garantir a alimentação da criança. Também há um acréscimo de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e um adicional de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos.

O modelo tradicional do Bolsa Família prevê o pagamento nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar informações sobre o valor das parcelas, datas de pagamento e composição do benefício por meio do aplicativo Caixa Tem, que também acompanha as contas poupança digitais do banco.

Na terça-feira (18), 550 cidades receberam o pagamento antecipado, independentemente do NIS, como parte de uma medida que beneficiou moradores do Rio Grande do Sul, afetados por enchentes no ano passado, e de outros nove estados afetados por chuvas, estiagens ou com povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios pode ser consultada na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde a implementação da Lei 14.601/2023, que resgatou o Bolsa Família, os beneficiários não têm mais o desconto do Seguro Defeso. O Seguro Defeso, pago a pescadores artesanais durante o período da piracema, foi excluído da composição do benefício.

Em março, cerca de 3,11 milhões de famílias estão abrangidas pela “regra de proteção”, instituída em junho de 2023. Essa regra permite que famílias cujos membros conquistaram um emprego ou aumentaram a renda recebam 50% do benefício por até dois anos, desde que a renda de cada integrante não ultrapasse meio salário mínimo. Para essas famílias, o valor médio do benefício é de R$ 367,39.

 

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