Reviva entra na fase do paisagismo

A chegada das árvores para implantação do paisagismo do Reviva Campo Grande está prevista para a próxima semana. Serão cerca de 3.199 plantas, que serão espalhadas por todo trecho em obra, correspondente da Avenida Fernando Correia da Costa até a Avenida Mato Grosso, as árvores serão marco cartão-postal da Rua 14 de Julho, arborizando e colorindo a área central da Capital.

Ao todo serão 17 tipos de árvores diferentes, que serão plantadas já com cinco metros de altura, entre as variações estão Ipês, Amarelo, Branco e Roxo, e outras plantas características do cerrado.

Segundo o engenheiro, Fábio Wolf Fedrizzi, as plantas são mantidas em diferentes regiões do país. “São os mais diferentes tipos de árvores, elas estão esparramadas [pelo país], tem no Paraná, tem em Minas, tem no interior do Estado, elas vão começar a chegar aqui a partir da semana que vem, e daqui uns 10 dias, se tudo ocorrer dentro da programação, nós já vamos começar o plantio”, aponta.

Está previsto a implantação de 180 árvores, 72 palmeiras 2.947 mudas. A escolha das árvores seguiram uma série de requisitos, visando o sombreamento na via, foram selecionadas mudas que alcançassem do médio ao grande porte, dando preferência a arbustos e plantas nativas da região, ou que foram incorporadas há algum tempo.

Os principais critérios para a escolha foram árvores que possuem raízes pivotantes, que possuem uma raiz principal e mais profunda, espécies com frutos silvestres pequenos, ou com o florescimento em épocas diferentes, que não sejam tóxicas, sem espinhos, e não propiciar alergias e que se apresente como abrigo e alimentos para os pássaros.

Para que as árvores sejam transplantadas de forma eficaz, os trabalhos de plantio foram iniciados há oito meses e uma série de cuidados serão tomadas no transporte. “Pode sofrer algumas alterações, mas desde dezembro do ano passado essas árvores estão preparadas para plantio. Elas serão transplantadas porque elas já são adultas, então se tem toda uma preparação que vem antes dos transplantes. Nós cortamos uma cova, cortamos as raízes, assim elas sentem menos quando forem plantadas, as bases [onde serão colocadas], estão visíveis em toda a extensão da obra”, explica Fedrizzi.

As obras do Reviva estão com 90% concluídos. Os serviços de esgoto e drenagem foram finalizados. Hoje, os trabalhos estão se estendendo para concluir a transformação da rede elétrica. (Amanda Amorim e Bruna Arce)

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