Força-tarefa tenta pôr fim a assoreamento do lago

Cerca de 50 trabalhadores e 45 equipamentos entre caminhões e máquinas estão sendo mobilizados para concluir, ainda neste mês o desassoreamento do lago principal do Parque das Nações Indígenas. As obras que iniciaram no lago menor no dia 11 do mês de junho e terminou duas semanas depois, dia 25, retirou 15.474 metros cúbicos de areia, exigindo 1.500 viagens de caminhão. Desde o início dos trabalhos já foram retirados mais de 85 mil metros cúbicos.

Falta ainda retirar 50 mil metros cúbicos, o que deve exigir mais 3 mil viagens dos 30 caminhões envolvidos na operação.

Com poucos dias de interrupções, por conta da chuva e para desobstruir a tubulação do vertedouro do lago, um dos desafios enfrentados foi improvisar bueiros provisórios em meio aos bancos de areia para servir de travessia os caminhões.

Segundo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos da Capital, Rudi Fiorese, a recuperação dos lagos vai exigir um investimento de R$ 8 milhões. Com o andamento das obras, além de recuperar o cartão-postal da Capital, os lagos terão um papel importante no controle de enchentes de afluentes do Córrego Prosa, que em dias de chuva mais intensa, transbordam na região do Shopping Campo Grande.

“Para evitar que os lagos voltem a ficar assoreados, serão executados dois projetos nos córregos Réveillon e Joaquim Português, onde será implantado um piscinão, inicialmente projetado para armazenagem de 22 mil metros cúbicos de água. No Joaquim Português, o Governo do Estado vai executar obras de controle de erosão e replantio da vegetação nas margens. Os projetos já estão sendo contratados e a licitações devem ocorrer até dezembro de 2019”, afirma. (Dayane Medina)

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