Na Capital, jornalista Jucyllene Castilho morre aos 35 anos

Reprodução/Facebook
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A jornalista Jucyllene Castilho, 35 anos, morreu, na tarde de ontem (2), em decorrência de trombose. Ela estava internada desde domingo (28) no Hospital Unimed, em Campo Grande. A jornalista deixa o marido, também jornalista e editor-chefe do jornal O Estado, Bruno Arce, os pais e uma irmã.

Nas redes sociais, Arce se despediu da esposa. “Tive o prazer de ela me escolher como namorado e marido. Vivemos um amor lindo. Ela é tão cuidadosa que resolveu cuidar do nosso bebê Théo. Nossos sonhos continuam, mas não nesta vida”, disse o jornalista.

Formada em Jornalismo e Direito, Jucyllene, atualmente, era assessora do deputado estadual Renan Contar (PSL), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Além disso, ela já havia trabalhado em diversos veículos de comunicação sul- -mato-grossenses como Campo Grande News, Midiamax, TV Campo Grande (SBT MS), TV Brasil Pantanal (atual TVE Cultura MS), além de atuar na comunicação de diversas campanhas políticas. No jornal O Estado, a jornalista trabalhou em duas oportunidades: entre os anos de 2008 e 2011 e no período de 2013 a 2014.

Editor de política, Alberto Gonçalves trabalhou com Jucyllene na editoria de Cidades, durante a primeira passagem dela pelo jornal. “Ela escrevia matérias de polícia. Tinha um excelente faro para buscar as notícias. Brincávamos sempre. Um dia fiquei muito feliz quando ela contou que pela primeira vez tinha feito um boletim na TV, cobrindo férias no SBT”, relembrou.

Amiga de Jucyllene há 15 anos, a jornalista Eliane Ferreira lembrou as qualidades da comadre. “Era uma amizade de 15 anos que mais parecia que nos conhecíamos desde o berçário. Ela era de um coração muito nobre, daquelas pessoas pra gente ter como parceira, que não falhava. Hoje, morri um pouco com a notícia de que ela se foi.”

Quem também dividiu o cotidiano da profissão com Jucyllene foi a jornalista Paulline Carrilho. “A Jucy, como chamávamos carinhosamente, era uma superamiga para todas as horas, sempre ali pra ajudar no que fosse preciso. Trabalhamos juntas quase dois anos no Midiamax. Por termos os sobrenomes parecidos (Castilho e Carrilho), sempre nos confundiam e, pra mim, isso era uma honra, porque ela era uma jornalista muito competente”, afirmou.

O jornal O Estado lamenta a morte da grande profissional e se solidariza com a família e os amigos.

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