Com quatro frequências semanais, rota reconecta a Capital do Pantanal ao principal hub da companhia e reacende expectativa no turismo e no setor corporativo
Depois de um período sem conexão direta, a Azul Linhas Aéreas retoma, a partir de 2 de março, os voos entre Campinas e Corumbá. Serão quatro frequências semanais às segundas, quartas, sextas e sábados. A medida coloca a Capital do Pantanal na rota de um dos principais hubs do país.
A operação será feita com aeronaves Embraer E2, com capacidade para 136 passageiros. As decolagens saem de Campinas às 8h30, com pouso previsto em Corumbá às 9h40. No retorno, os voos partem às 10h20 e chegam a Campinas às 13h10. As passagens já estão à venda nos canais oficiais da companhia.
A retomada recoloca Corumbá em ligação direta com o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, principal centro de conexões da Azul. Na prática, isso amplia o acesso ao Pantanal e facilita tanto o fluxo turístico quanto as viagens corporativas e institucionais.
Às margens do Rio Paraguai, Corumbá é uma das principais portas de entrada do Pantanal, bioma reconhecido mundialmente pela biodiversidade. A cidade concentra forte demanda da pesca esportiva, do ecoturismo e da observação da vida selvagem, além de manter papel estratégico na dinâmica de fronteira entre Brasil e Bolívia.
O calendário cultural também pesa nessa conta. O tradicional Arraial do Banho de São João de Corumbá, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, e o Festival América do Sul estão entre os eventos que movimentam a economia local e atraem visitantes de diversas regiões do país e do exterior.
Representantes do setor turístico avaliam que a volta da rota fortalece a conectividade regional e amplia as possibilidades de promoção do destino. A expectativa é que a operação tenha fôlego não apenas no turismo, mas também na demanda corporativa e nos grandes eventos que movimentam a economia da região.
Nos bastidores, houve articulação técnica para garantir a viabilidade da rota, com alinhamento de estratégias e apresentação de dados sobre a demanda consolidada do destino. Agora, o desafio é transformar a retomada em permanência — e fazer da ponte aérea um motor contínuo para o turismo e a economia local.
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