Agentes vistoriam imóveis no Anhanduizinho e eliminam 81 focos da dengue

No primeiro dia de ação, cerca de 30 caminhões já retiraram materiais descartados dos ecopontos

A operação ‘Mosquito Zero – É matar ou morrer’ da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), já vistoriou no primeiro dia de trabalho mais de 1,5 mil imóveis e eliminou cerca 81 focos de Aedes Aegypti, região do Anhanduizinho. As ações, que começaram na última terça-feira (4), onde equipes estão mobilizadas nos trabalhos de enfrentamento ao mosquito transmissor da dengue, Zika e Chikungunya Mobiliza até o próximo dia 11 deste mês.

Conforme as informações do CCEV (Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais), em apenas um dia de operação, os agentes já inspecionaram 1.502 imóveis, 966 depósitos e eliminaram cerca de 81 focos de dengue. Nas seis áreas de descarte disponibilizadas pela Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviço Públicos), foram retirados 30 caminhões com materiais inservíveis, mas ainda não há uma informação precisa sobre os quilos.

Diferente da região do Imbirussu, essa nova etapa da operação no Anhanduizinho receberá limpeza das áreas públicas, fiscalização e autuação de descartes irregulares, vistoria em pontos estratégicos, áreas consideradas de maior risco de proliferação de mosquito e que exigem um trabalho específico, a exemplo de borracharias, oficinas mecânicas, pontos de recicláveis, construções, casas e construções abandonadas.

A Operação

A operação que tem finalidade de combate a dengue durará 70 dias, sendo 10 em cada região da Capital. Nesta segunda semana, o Anhanduizinho foi selecionado e as equipes da Sesau e Sisep trabalham durante esse tempo fazendo inspeções nas residências, vistorias, eliminando focos de mosquitos, além do principal fator, que é conscientização da população. A próxima área de atuação será no Bandeiras.

Dados de infestação

A Sesau pontua que janeiro fechou com 25% a menos de notificações de dengue, comparados ao mesmo período em 2019. Os dados apontam que 2.273 casos da doença foram registrados até último dia 31, em Campo Grande, diferente de 2019, que teve 3.027. Os números de zika e chikungunya também reduziram este ano, tendo apenas 12.

Os dados do último LIRAa (Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti), mostra que mesmo registrando um número reduzido, a Capital segue em situação de alerta e apresenta alta incidência de risco em mais de sete bairros.

(Graziella Almeida)

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