Outubro Rosa: Casa Rosa chega com 285 casos de câncer de mama diagnosticados
Com mais de 15 mil atendimentos pelo SUS, instituição de Campo Grande mostra que a conscientização precisa vir acompanhada de acesso a consultas, exames e acolhimento durante todo o ano
O Outubro Rosa começa com um dado que traduz a importância do trabalho contínuo da Casa Rosa: 285 casos de câncer de mama diagnosticados desde o início das atividades da instituição. Por trás do número, há mulheres que conseguiram investigar uma suspeita, receber uma resposta e dar o próximo passo no cuidado com a saúde.
Criada em Campo Grande em novembro de 2021, a Casa Rosa já realizou mais de 15 mil atendimentos. O espaço reúne acolhimento, consultas, exames e encaminhamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ajudando a reduzir a distância entre a descoberta de uma alteração na mama e a confirmação do diagnóstico.
Ao longo de sua trajetória, a instituição também ampliou os recursos disponíveis às pacientes. Em 2026, passou a oferecer a mamotomia pelo SUS e incorporou testes genéticos, além de manter ações e mutirões que aproximam o atendimento de quem precisa. O trabalho fez da Casa Rosa uma experiência importante para a saúde da mulher em Campo Grande e em Mato Grosso do Sul.
Para a Casa Rosa, o laço rosa é um convite à conscientização, mas não pode ser o ponto final da campanha. Uma mulher que percebe uma alteração precisa ser ouvida, avaliada e ter acesso aos exames indicados. O diagnóstico precoce depende de informação, mas também de uma rede capaz de acolher e atender sem demora.
Neste início de outubro, a instituição reforça uma mensagem construída na prática: o Outubro Rosa dura um mês; o compromisso com a vida das mulheres precisa durar o ano inteiro.
Com mais de 15 mil atendimentos pelo SUS, instituição de Campo Grande mostra que a conscientização precisa vir acompanhada de acesso a consultas, exames e acolhimento durante todo o ano
O Outubro Rosa começa com um dado que traduz a importância do trabalho contínuo da Casa Rosa: 285 casos de câncer de mama diagnosticados desde o início das atividades da instituição. Por trás do número, há mulheres que conseguiram investigar uma suspeita, receber uma resposta e dar o próximo passo no cuidado com a saúde.
Criada em Campo Grande em novembro de 2021, a Casa Rosa já realizou mais de 15 mil atendimentos. O espaço reúne acolhimento, consultas, exames e encaminhamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ajudando a reduzir a distância entre a descoberta de uma alteração na mama e a confirmação do diagnóstico.
Ao longo de sua trajetória, a instituição também ampliou os recursos disponíveis às pacientes. Em 2026, passou a oferecer a mamotomia pelo SUS e incorporou testes genéticos, além de manter ações e mutirões que aproximam o atendimento de quem precisa. O trabalho fez da Casa Rosa uma experiência importante para a saúde da mulher em Campo Grande e em Mato Grosso do Sul.
Para a Casa Rosa, o laço rosa é um convite à conscientização, mas não pode ser o ponto final da campanha. Uma mulher que percebe uma alteração precisa ser ouvida, avaliada e ter acesso aos exames indicados. O diagnóstico precoce depende de informação, mas também de uma rede capaz de acolher e atender sem demora.
Neste início de outubro, a instituição reforça uma mensagem construída na prática: o Outubro Rosa dura um mês; o compromisso com a vida das mulheres precisa durar o ano inteiro.
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