Plantação criada para marcar lançamento de empreendimento rural reúne moradores de diferentes cidades e visitantes de outros estados
A paisagem amarela formada por milhares de girassóis tem chamado a atenção de quem passa pela BR-262, em Terenos. Localizado a cerca de 30 quilômetros de Campo Grande, o campo instalado no Yellowstone Condomínio Rural passou a receber visitantes interessados em conhecer de perto a plantação que se destaca na região.
Entre os visitantes estão pessoas que viajaram de diferentes cidades de Mato Grosso do Sul e até de outros estados. Muitos conheceram o local pelas redes sociais ou por indicação de amigos e familiares.
Foi o caso das irmãs Marilei e Marlei Biribio, de Miranda e Campo Grande, respectivamente. As duas já haviam ouvido falar do espaço antes de decidir fazer uma parada para conhecer a plantação. Marilei conta que acompanhava as imagens divulgadas e tinha vontade de visitar o local. Ao chegar, encontrou uma paisagem que considerou ainda mais encantadora do que imaginava. “Eu já tinha visto pelas redes sociais. Ficava ansiosa para conhecer. É minha primeira vez aqui e estou achando maravilhoso, lindo demais.”
A irmã, Marlei, também visitou o espaço pela primeira vez. Durante a viagem para Miranda, aproveitou a passagem pela rodovia para conhecer o campo. Além da dimensão da plantação, ela diz que chamou sua atenção o comportamento dos girassóis em relação à luz solar. “É encantador ver os girassóis e a função que eles têm de acompanhar o sol”.
As redes sociais também foram o caminho que levou a técnica agropecuária Ramires Brandão, de 32 anos, ao local. Natural de Ouricuri, no sertão de Pernambuco, ela mora parte do tempo em Mato Grosso do Sul e decidiu conhecer a plantação após ver imagens compartilhadas por conhecidos.
Acostumada a visitar eventos ligados ao setor agropecuário, Ramires afirma que ficou impressionada com o tamanho das flores e da área cultivada. Segundo ela, plantações desse porte não são comuns na região onde nasceu. “Eu nunca tinha visto uma flor de girassol desse tamanho. Estou encantada.”
De volta aos girassóis
Entre os visitantes, a analista judiciária Ana Maria Assis, de 37 anos, reencontrou uma lembrança que guarda há alguns anos. Moradora de Campo Grande, ela voltou a levar o filho Francisco para conhecer um campo de girassóis, repetindo uma experiência vivida quando ele ainda era bebê.
Na época, Francisco tinha apenas seis meses. Agora, aos três anos e meio, a visita foi marcada por novas descobertas. Em vez de observar a paisagem no colo da mãe, ele caminhava pelo espaço, atento ao ambiente ao redor.
Ana conta que gosta de aproveitar atrações existentes nos arredores da Capital e considera importante apresentar esse tipo de experiência às crianças. Para ela, o passeio também serviu para perceber as mudanças vividas pelo filho ao longo dos últimos anos. “Quando o trouxe pela primeira vez, era um bebê. Agora ele está andando, observando tudo e curioso com o ambiente”.
Amiga de Ana, a jornalista Eliane dos Santos, gerente de comunicação da Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), também aproveitou para visitar o local com o filho. Ela afirma que, apesar de já estar acostumada ao ambiente rural por causa do trabalho, a extensão da área cultivada chama atenção de quem chega.
O coordenador comercial do empreendimento, Marcos Gil, explica que o plantio dos girassóis foi realizado especialmente para marcar o lançamento do Yellowstone Condomínio Rural. Segundo ele, a ideia foi trazer identidade visual ao projeto durante esta etapa inicial. “O campo de girassóis foi plantado para que o empreendimento tivesse essa cor, essa vida, digamos assim, em seu lançamento. É uma oportunidade única na região, não se repetirá”, diz.
O empreendimento ocupa uma área de 117 hectares, dividida em 349 lotes, e tem inspiração no universo country e na série norte-americana Yellowstone. Durante o período de visitação, o espaço também recebe uma ação em parceria com a Pestalozzi. Placas com QR Code foram instaladas para que os visitantes possam fazer doações voluntárias à instituição.
Por Biel Gill