O presidente estadual do PL(Partido Liberal) em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, se reuniu nessa quarta-feira (27), em Brasília, com o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto. Em entrevista ao Jornal O Estado, Azambuja afirmou que o partido pretende definir o nome do vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro antes das convenções eleitorais.
Além de Azambuja, participaram do encontro outras lideranças estaduais e nacionais do partido. A reunião ocorreu na sede nacional do PL, em Brasília, e, segundo publicação nas redes sociais, teve como foco o “diálogo, alinhamento e fortalecimento do partido em todo o Brasil”. Também foram discutidos os planos da legenda para Mato Grosso do Sul, incluindo o lançamento de dois candidatos ao Senado e a ampliação das bancadas.
Entre os principais temas debatidos, segundo Reinaldo, estiveram a criação de novos critérios para a distribuição do fundo eleitoral e a implantação dos núcleos “PL 60+” e “PL Defesa” nos 27 estados brasileiros.
“Foi discutida a criação de um critério para a divisão do fundo eleitoral. O Valdemar, junto com a executiva, vai montar esse modelo para os estados e, até o dia 15 de junho, deve apresentar às lideranças”, explicou.
Sobre o “PL 60+”, Azambuja afirmou que a proposta é aproximar o partido do eleitorado mais velho, nos moldes do que já ocorre com o PL Mulher e o PL Jovem.
“É um grupo voltado à construção de políticas para esse público 60+, um segmento que cresce a cada ano e ganha cada vez mais relevância”, disse.
Azambuja também descartou qualquer possibilidade de mudança no nome do presidenciável da legenda. “O PL não tem plano B. Nosso único projeto é a eleição do Flávio Bolsonaro”, afirmou. “Ele é o pré-candidato e será o futuro presidente”, completou.
Durante a reunião, também houve especulações sobre quem ocupará a vice na chapa presidencial. Entre os nomes cogitados está o da senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura.
Segundo Reinaldo, a parlamentar agrada ao grupo bolsonarista e a definição dependerá das alianças que o PL pretende construir com partidos como União Brasil, PP e Republicanos.
“A Tereza é um nome que agrada a todos, pela qualidade que tem como parlamentar e pelo trabalho que desempenhou como ministra. É um bom nome”, avaliou.
O dirigente estadual afirmou ainda que a definição sobre o vice deve ocorrer antes das convenções partidárias.
Por Lucas Artur