Hoje, 26 de maio, completa 1 ano do crime que chocou Campo Grande. O julgamento de João Augusto Borges de Almeida, de 22 anos, acusado de matar a companheira Vanessa Eugênia Medeiros, de 23 anos, e a filha do casal, Sophie Eugênia Borges de Medeiros, de apenas 10 meses, está marcado para acontecer amanhã (27), em Campo Grande, sob reforço no esquema de segurança.
O júri popular será presidido pelo juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital. Segundo informações divulgadas, o magistrado deve solicitar reforço na segurança durante a sessão devido à grande repercussão do caso e à revolta da população, provocada pelo crime.
João Augusto vai responder por feminicídio qualificado pela morte da companheira e homicídio qualificado pela morte da própria filha.
De acordo com a investigação, João Augusto e Vanessa mantinham um relacionamento há cerca de dois anos e tinham uma filha em comum, a Sophie.
Conforme a denúncia, no dia do crime, ocorrido em 26 de maio de 2025, o casal teria iniciado uma discussão enquanto a bebê estava na cama do quarto junto aos pais.
Em determinado momento, conforme consta nos autos, o acusado teria asfixiado Vanessa e, em seguida, também estrangulado a criança.
No local, ainda conforme a investigação, ele teria retirado os corpos do carro e ateado fogo nas vítimas antes de fugir. Mãe e filha foram encontradas totalmente carbonizadas.
O caso foi investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa. Segundo a linha investigativa, o acusado teria cometido os crimes por não desejar continuar com as responsabilidades paternas e também por sentimento de ódio e vingança contra Vanessa, diante dos conflitos vividos no relacionamento.
Confissão
Frieza impressionou policiais da investigação
A postura do acusado durante os depoimentos chamou atenção até mesmo dos investigadores que atuaram no caso.
Ainda de acordo com o relatado ao delegado, o acusado contou que asfixiou as vítimas, levou os corpos até a região do Indubrasil e ateou fogo nos cadáveres.
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