1 dezembro 2020, 16:35
Eis a obra que inspirou os filmes. Na década de 1990 não teve criança que não se borrava com a história do palhaço Capiroto que sequestrava e matava crianças dentro dos bueiros da cidade do Maine. Foto: Ilustrativa

Cinco livros de Stephen King para curtir no feriadão em clima de Dia das Bruxas

Feriado prolongado com direito a Dia das Bruxas, e nada como passar o tempo lendo um bom livro de horror e entrar no clima desta data festiva. A festa consiste em fantasiar-se com a temática terror e pedir doces de porta em porta com a famosa frase “doces ou travessuras”. 

Só para se ter uma ideia, o Halloween é o maior feriado não cristão dos Estados Unidos e, em 2010, superou tanto o Dia dos Namorados e a Páscoa como a data em que mais se vende chocolates. Ao longo dos anos, foi “exportado” para outros países, entre eles o Brasil. 

Escolas de inglês difundiram a festa americana, que acabou caindo no gosto de muita gente por aqui. E já que estamos falando de horror/terror, nada como ler a obra do mestre no assunto. Stephen King já vendeu cerca de 400 milhões de cópias, com publicações em 40 países, o que faz com que ele seja o nono autor mais traduzido no mundo. Elenquei os cinco livros que mais aprecio da bibliografia do mestre do terror. Todas essas obras já foram adaptadas para o cinema, e para quem não conhece o escritor, esta é uma boa oportunidade

‘Carrie, a Estranha’ 

Já em seu primeiro livro, publicado em 1974, Stephen King já deixou claro que ia traçar uma carreira na literatura de horror, ao contar uma história em formato documental de uma garota com poderes telecinéticos atormentada por seus colegas de escola. Claro que elementos sobrenaturais entram no meio, e o livro ainda descreve uma cena que virou referência no mundo pop: o banho de sangue no baile, pouco antes de uma carnificina começar. Leitura obrigatória para os fãs do gênero, o livro retrata os males que o bullying pode causar. O filme de 1976 ganhou remake em 2013. 

‘O Iluminado’

 A história de como um homem aspirante a escritor se torna possuído a ponto de querer o mal da própria família é um dos pontos altos da carreira de King. O livro foi lançado em 1977 e serviu de base para um dos maiores clássicos do diretor Stanley Kubrick, que teve Jack Nicholson no papel principal. Por incrível que pareça o escritor não aprovou a atuação de Nicholson. Stephen King detonou a atuação do ator e disse que o personagem no filme já parecia louco de nascença, e no livro o pai de família era normal e enlouquece aos poucos no Hotel Overlook. Um livraço.

‘Christine’

“Christine – O Carro Assassino” é um clássico do cinema de terror lançado em 1983, mas, pode ter certeza, o livro publicado também em 1983 é excelente. Na obra, Arnie Cunnigham era um fracassado. Cheio de espinhas, magrelo e desajeitado com as garotas, tudo muda quando Christine entra em sua vida. Foi amor à primeira vista. Desde então, o mundo passou a fazer sentido. Tudo o que Arnie 

‘O Cemitério’ 

Adaptado para os cinemas como “O Cemitério Maldito”, esse livro de 1983 conta a história de um antigo cemitério indígena capaz de trazer os mortos de volta à vida. Uma família feliz vai morar perto desse local e se vê envolvida em situações dramáticas depois que o pai descobre o funcionamento do cemitério de animais. Um local sagrado, ou seria amaldiçoado? Suspense de gelar a espinha, este é mais um caso em que o livro é mais assustador que o filme. Vale destacar o filme “Cemitério Maldito”, que estreou em 1989, e é bem melhor que o remake de 2019, em minha modesta opinião. 

‘It – A Coisa’

Eis a obra que inspirou os filmes. Na década de 1990 não teve criança que não se borrava com a história do palhaço Capiroto que sequestrava e matava crianças dentro dos bueiros da cidade do Maine. Lançado em 1986, o livro virou uma minissérie para televisão em 1990 e recentemente, dividido em partes 1 e 2, ganhou uma versão cinematográfica mais aterrorizante que a série, tanto é que já se tornou a maior bilheteria para um filme de terror na história. O livro é terror de primeira em 1.104 páginas e que, quando você termina de ler, faz com que se certifique antes de dormir de que o palhaço Pennywise não esteja debaixo da sua cama.

(Marcelo Resende)

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