28 novembro 2020, 15:43
Reprodução/DW-Deutsche Welle

Jovem ativista chega a Nova York após cruzar o atlântico

Greta Thunberg de 16 anos se recusou a viajar de avião por causa da poluição gerada pela queima de combustível. Em vez disso, completou a travessia da Europa aos EUA, em um “veleiro sustentável”, com painéis solares e turbinas que produzem eletricidade. A viagem durou duas semanas. A jovem ativista ambiental sueca chegou nesta quarta-feira (28) em Nova York. O barco foi cedido por Pierre Casiraghi, filho da princesa Caroline do Mónaco.

“Nós atracamos na costa de Coney Island, passando pela alfândega e imigração”, escreveu Greta no Twitter nesta quarta-feira. Poucas horas depois, ela publicou uma foto já no rio Hudson, com Manhattan no horizonte. Por causa das condições climáticas, sua chegada atrasou em um dia.

A jovem viajou acompanhada do pai, um documentarista e por Pierre Casiraghi. Lá foi recebida por um grupo de 17 barcos, que simbolizam cada um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, um conjunto de metas globais estabelecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas.

Em Nova York, Greta vai participar da Cúpula de Ação Climática da ONU em Nova York, que ocorre à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas. Nas Américas, Greta pretende visitar o Canadá, o México e o Chile, onde deve participar de outros eventos sobre a emergência climática.

Em 2018, a jovem influenciou milhares de estudantes a fazerem greve às sextas-feiras, para chamar a atenção para o combate das mudanças climáticas. O movimento Greve pelo Futuro (nome internacional: Fridays For Future) logo ganhou força e resultou em paralisações em 3.804 locais em 161 países. A maior foi em 15 de março, quando cerca de 1,6 milhão de estudantes participaram de uma greve global pelo clima.

Por seu esforço para chamar a atenção das autoridades para as mudanças climáticas, o grupo de Greta recebeu o Prêmio Embaixador da Consciência, que em ocasiões passadas foi concedido ao jogador de futebol americano Colin Kaepernick e à cantora Alicia Keys, assim como aos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz Malala Yousafzai e Nelson Mandela. (Com informações do Portal Terra/ Da redação)

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