Boletim da última semana epidemiológica do ano também aponta 7.650 casos confirmados de chikungunya e 17 óbitos no Estado
Mato Grosso do Sul encerrou 2025 com 14.126 casos prováveis de dengue, dos quais 8.461 foram confirmados, conforme o boletim da 52ª semana epidemiológica, divulgado nesta segunda-feira (5) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde). No período, foram confirmados 20 óbitos em decorrência da doença e outros 9 permanecem em investigação.
De acordo com o boletim, nos últimos 14 dias os municípios de Nioaque, Itaquiraí, Maracaju, Ponta Porã e Aquidauana apresentaram incidência baixa de casos confirmados de dengue. As mortes registradas ao longo do ano ocorreram em Inocência, Três Lagoas, Nova Andradina, Aquidauana, Dourados, Ponta Porã, Coxim, Iguatemi, Paranhos, Itaquiraí, Água Clara, Miranda, Aparecida do Taboado, Ribas do Rio Pardo, Campo Grande e Antônio João. Entre as vítimas, nove possuíam algum tipo de comorbidade.
Em relação à vacinação, a SES informou que 201.633 doses do imunizante contra a dengue já foram aplicadas no público-alvo. Ao todo, o Estado recebeu 241.030 doses enviadas pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal prevê duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é destinada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.
O boletim também traz dados sobre a chikungunya. Em 2025, Mato Grosso do Sul registrou 14.148 casos prováveis da doença, sendo 7.650 confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). O documento aponta ainda 74 casos confirmados em gestantes.
Ao longo do ano, 17 óbitos por chikungunya foram confirmados nos municípios de Dois Irmãos do Buriti, Vicentina, Naviraí, Terenos, Fátima do Sul, Dourados, Sidrolândia, Glória de Dourados, Maracaju e Iguatemi. Entre as vítimas, 12 apresentavam comorbidades.
A Secretaria de Estado de Saúde alerta para os riscos da automedicação e orienta que pessoas com sintomas de dengue ou chikungunya procurem atendimento em uma unidade de saúde do município.
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