Segurança no entorno do Planalto é reforçada com expectativa de manifestação em Brasília

Foto: reprodução/SBT News
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O entorno do Palácio do Planalto teve a segurança reforçada neste sábado (24), com a instalação de grades e bloqueios preventivos, diante da expectativa de manifestações previstas para este fim de semana em Brasília. A medida ocorre em meio à caminhada organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que deve culminar em um ato político neste domingo (25).

Segundo o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), o uso de grades integra os protocolos de segurança adotados em situações que envolvem a possibilidade de manifestações nas proximidades de prédios públicos federais. Uma praça em frente ao Palácio do Planalto, que passa por reformas, também foi cercada como forma de impedir o uso de pedras portuguesas por eventuais manifestantes.

A mobilização é liderada por Nikolas Ferreira, que iniciou na última segunda-feira (20) uma caminhada com saída de Paracatu, em Minas Gerais, em direção à capital federal. O ato tem como objetivo protestar contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre pena no complexo penitenciário da Papudinha, no Distrito Federal.

A previsão é de que a caminhada termine com uma manifestação política em Brasília, marcada para este domingo, em defesa de pautas ligadas ao bolsonarismo. Membros da família do ex-presidente também devem participar do evento. A deputada federal Bia Kicis (PL-DF), uma das organizadoras, afirmou que ainda estão sendo definidos os nomes dos parlamentares e lideranças que irão discursar durante o ato.

Na sexta-feira (23), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a retirada de acampamentos instalados nas proximidades da Penitenciária da Papuda. Na decisão, o magistrado destacou que a área fica próxima a uma unidade federal de segurança máxima e que órgãos de segurança pública do Distrito Federal devem adotar providências para desmobilizar as estruturas.

Moraes também relembrou os acampamentos ilegais montados em frente a quartéis do Exército após as eleições de 2022, afirmando que a omissão das autoridades à época contribuiu para os atos golpistas registrados em 8 de janeiro de 2023.

 

Com informações do UOL

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