Casos foram identificados durante atendimentos migratórios e envolvem uso de endereços inexistentes ou de terceiros para simular residência no Brasil
Na última quarta-feira (14), três pessoas foram presas na fronteira com o Paraguai, ao tentarem obter autorização para morar no Brasil com informações falsas. Os casos vieram à tona durante atendimentos voltados à regularização migratória.
Ao analisar os pedidos e a documentação apresentada, foram encontradas diferenças entre os dados informados pelos solicitantes e os registros existentes em sistemas oficiais. As inconsistências apontaram que os endereços declarados não correspondiam à realidade, o que indicava a tentativa de simular residência em território brasileiro.
Em uma das situações, o próprio requerente reconheceu ter informado o endereço de outra pessoa apenas para cumprir exigências do processo. Em outro caso, foi identificado o uso indevido de um endereço para aparentar moradia no país, o que poderia gerar acesso irregular a benefícios sociais.
O uso ou empréstimo de endereço falso para fins migratórios é considerado fraude pela legislação brasileira e pode resultar em responsabilização criminal.
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