A Prefeitura de Campo Grande oficializou, nesta segunda-feira (5), o afastamento preventivo de um GCM (Guarda Civil Metropolitano) de 30 anos, suspeito de estuprar a própria sobrinha, uma criança de apenas quatro anos. A decisão foi publicada no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), fundamentada na “gravidade dos fatos”.
O crime teria ocorrido durante as celebrações de Natal, no dia 25 de dezembro de 2025. O guarda, que nega as acusações, foi preso após o relato da mãe da vítima às autoridades. De acordo com o depoimento da mãe da criança, que é irmã do GCM e reside no estado de Mato Grosso, ela viajou com a filha para Campo Grande para passar as festas de fim de ano na casa do irmão.
A dinâmica do dia 25 de dezembro apresentada à polícia detalha que às 15h afamília se deslocou para a casa da avó da criança, às 19h a mãe deu banho na menina e não notou nenhuma alteração física ou comportamento estranho inicialmente. Após o banho a criança começou a brincar de esconde-esconde com o tio (o guarda civil).
Cerca de uma hora após a brincadeira, ao levar a filha novamente ao banheiro, a mãe percebeu uma mancha marrom na calcinha da menina. Ao ser questionada pela mãe sobre o que havia acontecido, a criança relatou que o tio havia passado as mãos em suas partes íntimas.
O afastamento publicado hoje visa retirar o servidor de suas funções enquanto as investigações prosseguem. A medida é de caráter cautelar, dada a natureza hedionda do crime imputado ao agente público. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deve realizar exames periciais e ouvir testemunhas para concluir o inquérito. O GCM permanece à disposição da Justiça.
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