Chuva intensa causa alagamentos, queda de árvores e interdições em Campo Grande

Foo: Divulgação
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Campo Grande enfrenta os impactos de um início de fevereiro marcado por chuvas intensas. Em apenas 48 horas, a Capital acumulou 108,6 milímetros de precipitação, volume que representa cerca de 62% de toda a média esperada para o mês, conforme dados do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), medidos até as 7h50 desta terça-feira (3).

Durante a madrugada e a manhã desta terça-feira (3), equipes da Defesa Civil e de outros órgãos municipais atenderam ocorrências em diferentes regiões da cidade. Entre os principais problemas registrados estão quedas de árvores, obstrução parcial e total de vias, além de pontos críticos de alagamento.

Um dos locais afetados foi a Rua Catiguá, na região que liga os bairros Jardim Colibri e Jardim Canguru. No trecho onde há uma ponte, a via ficou totalmente interditada após a queda de uma árvore e o aumento significativo do nível da água.

No sentido Jardim Canguru, a ponte ficou completamente alagada, enquanto no lado do Jardim Colibri o volume de água continuava avançando. Em pontos onde a passagem não foi totalmente bloqueada, motoristas precisaram se revezar para trafegar, devido aos galhos espalhados pela pista, o que causou lentidão no trânsito.

Segundo a Defesa Civil, somente entre a noite de segunda-feira (2) e a manhã desta terça (3), três atendimentos foram realizados, com registros confirmados na Rua Catiguá e outro ponto ainda em averiguação na Avenida Iraclitto Diniz de Figueiredo.

O órgão reforçou orientações à população para evitar áreas alagadas, não tentar atravessar enxurradas e não estacionar veículos sob árvores ou em locais sujeitos a inundações. A recomendação também vale para motociclistas, que devem redobrar a atenção em vias com acúmulo de água.

A Defesa Civil pede ainda que a população utilize o telefone 199 para comunicar qualquer situação de risco, como alagamentos, quedas de árvores ou obstruções de vias. O órgão destaca que o apoio da comunidade é fundamental para agilizar os atendimentos e reduzir riscos.

Além disso, a orientação é para que os moradores acompanhem os alertas meteorológicos e as informações divulgadas pelos canais oficiais da Defesa Civil, que segue monitorando as condições climáticas em conjunto com institutos nacionais e o Senade (Sistema Nacional de Alertas e Desastres).

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