Dupla sul-mato-grossense representa MS em Corrientes, na Argentina

Maurício Brito e Humberto Yule representaram o Estado durante a Fiesta Nacional del Chamamé - Foto: Claudia WSB/Divulgação
Maurício Brito e Humberto Yule representaram o Estado durante a Fiesta Nacional del Chamamé - Foto: Claudia WSB/Divulgação

Maurício Brito e Humberto Yule representaam o Estado durante a Fiesta Nacional del Chamamé

A Fiesta Nacional del Chamamé de Corrientes reafirma, a cada edição, seu papel como um dos mais importantes encontros culturais da Argentina e do Mercosul. Mais do que um festival musical, a celebração se propõe a fortalecer a união entre cultura, território e memória, transformando cada noite em um verdadeiro ritual de identidade, vivido com orgulho e paixão pelo povo litorâneo.

Realizada anualmente durante o mês de janeiro, a festa acontece no tradicional Anfiteatro Mario del Tránsito Cocomarola, na cidade de Corrientes, capital da província homônima. Em 2026, o evento ocorre entre os dias 16 e 25 de janeiro, reunindo milhares de pessoas e artistas consagrados da Argentina, além de músicos convidados do Brasil, Paraguai e Uruguai, consolidando seu caráter internacional.

No sábado (17), o público acompanhou uma apresentação marcante dos músicos Maurício Brito e Humberto Yule, amplamente ovacionados pela plateia. A dupla participa do festival há 21 anos, sempre como músicos convidados e contratados, contribuindo de forma significativa para o brilho e a qualidade artística do evento. Em 2026, eles se destacam ainda mais por serem os únicos representantes do estado de Mato Grosso do Sul na programação oficial.

Durante a apresentação, a dupla contou com o acompanhamento do músico argentino Alejandro Mendonça, no contrabaixo, reforçando o diálogo musical e a integração cultural entre artistas brasileiros e argentinos, uma das marcas registradas da Fiesta Nacional del Chamamé.

A Fiesta Nacional del Chamamé segue como um espaço de preservação da memória coletiva, valorização das raízes culturais e fortalecimento dos laços entre os povos do Mercosul, provando que o chamamé é mais do que música: é território, história e pertencimento que atravessam gerações.

 

Juliana Brum

 

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